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Mostrando postagens de janeiro, 2010

VAMOS NOS DIVERTIR COM AS DIFICULDADES

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Quem foi derrotado na luta pela sobrevivência tende a guardar rancor contra os outros, achando que foi vencido pelos concorrentes. Mas, na verdade, não foi vencido por ninguém. A VIDA de cada um de nós é regida por uma LEI rigorosa, a qual sentencia que “somente aquele que está em maior concordância com a LEI da manifestação da VIDA consegue se desenvolver melhor”. Aqueles que culpam os concorrentes são pessoas de ânimo fraco, que precisam ser estimuladas a agir, pois, caso contrário, permanecem apáticas e nada fazem para progredir, podendo até regredir; na melhor das hipóteses conseguem dar um jeito de manter-se na situação atual. Justamente para estimular tais pessoas, surgem na vida delas concorrentes, dificuldades e até infortúnios. As vicissitudes fazem parte do processo de desintegração das ilusões, sendo, portanto, necessárias para o crescimento da alma. Pelo fato de surgirem estímulos e questões que exigem reflexão, as pessoas tem oportunidade de fazer um exame de consciência,...

APEGOS COMO OBSTÁCULOS AO CRESCIMENTO

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Uma compreensão do processo de apego pessoal a pessoas, objetos e idéias. A atividade criadora é essencialmente a direção de energias;ou, em outros termos, um emprego de forças. Podemos atribuir duas fases ao processo criativo. A primeira lida com as forças de conseptualização, pelas quais formamos um resultado desejado em nossa consciência. Essa fase pode ser chamada de visualização. Depois, dirigimos as forças capazes de dar manifestação ao resultado desejado. Nesta segunda fase, a visualização continua, acompanhada das ações mentais e físicas apropriadas. Essas duas fases só podem ser separadas analiticamente. Na maior parte do tempo funcionam simultaneamente [mesmo quando não estamos plenamente conscientes delas].É útil lembrar que as atividades criativas não precisam ser conscientes; na verdade, a mente humana está sempre criando. Mas, por enquanto, vamos restringir nossa análise ao trabalho criativo deliberado. Uma coisa é certa: como envolve a direção habilidosa de forças em cad...

SIGA O FLUXO

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Qual é o ingrediente mágico de nossa vida que nos faz sentir ‘ligados?’ Como podemos encontrá-lo? Ontem eu antecipei um dia deprimente, a despeito do Sol. Meu humor inarmônico foi intensificado pela agitação dos bazares de rua. Caminhei na pesada atmosfera da multidão, limpando a garganta algumas vezes, na esperança de limpar minha mente de seu estado grogue de ensolarada confusão, em que nada combinava, se ajustava, ou se harmonizava . Logo me vi encalhada num grupo diante de uma barraca de plumas. Leves como um fluido sutil, delicadas e suaves, as plumas me aliviaram. Respirei profundamente, e para fora esvoaçaram as plumas da minha cabeça. Minha visão limpou. Peguei um prendedor de pluma e o enfiei no meu cabelo. O prendedor e o cabelo eram castanhos, bronzeados, e dourados nas extremidades. Senti o começo de uma ligação dinâmica, uma dança de volta à vida. Como tinha mudado o meu humor? Que nome podemos dar ao evento fugaz que causara a mudança? Nos campos de filosofia, ciência fís...

O QUE HÁ DE VERDADE SOBRE A TEORIA DA TERRA OCA

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A idéia de que a Terra possui um buraco em seu interior, onde hospedaria uma civilização subterrânea, não é nova. Em várias religiões a crença no inferno é uma expressão disso. O primeiro homem a tentar provar essa teoria foi o norte-americano John Cleves Symmes, que acreditava que nosso planeta fosse constituído por uma série de esferas concêntricas, com buracos de 6.400 km de extensão, nos pólos Norte e Sul. Sem se importar em parecer ridículo perante a comunidade cientifica. Symmes escreveu, deu palestras e fez um vigoroso ‘lobby’ com o objetivo de arrecadar dinheiro para uma expedição ao interior dos pólos, onde acreditava que conheceria criaturas intraterrestres e daria início a um intercâmbio e até comércio com elas. Desde então, ele é lembrado em todo o mundo como pioneiro da teoria, tendo, inclusive, servido de inspiração para o livro de ficção cientifica ‘A Narrativa de Artur Gordon Pym’ do escritor Edgar Allan Poe [Editora L&PM,1997]. Symmes, como precursor da tese de qu...

QUE É O VERDADEIRO CONHECIMENTO?

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A busca do conhecimento sempre foi uma busca esquiva, principalmente porque não estamos certos do que é exatamente o conhecimento ou quais os benefícios que ele nos traz. Geralmente supõe-se que o conhecimento produz uma transformação em nossa vida. Mas não é definido o modo pelo qual essa transformação ocorre. Pode-se perguntar: o conhecimento faz por nós algo que acarreta uma transformação, ou somos nós que usamos o conhecimento para concretizar algum fim almejado? Afirma-seque vários canais levam ao conhecimento ou constituem seus componentes básicos. O “mistério” do conhecimento, se nos é lícito chamá-lo assim, vem intrigando a mente humana há séculos. Filósofos da antiga Grécia, como Sócrates, Platão e Aristóteles, inclusive os sofistas e as escolas jônicas, buscavam uma definição concisa e abrangente do conhecimento. Hoje ‘conhecimento’ continua sendo um termo que comumente se usa mas que comumente não se compreende. Além disso, certas palavras aumentam a confusão sobre a naturez...

ETs: Quem são, de onde vêm e o que querem do ser humano?

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Nos registros históricos tailandeses observa-se a crença daquele povo no poder de raciocínio do homem sobre os acontecimentos, usando a informação como meio de distinção. No final do século XIX,alguns países europeus estavam conquistando a Ásia e a tendência seria englobar as populações locais num curto período de tempo. Coube ao rei tailandês Rama escolher o processo de defesa contra os invasores, provavelmente baseado na milenar obra literária “A Arte da Guerra”, escrita pelo chinês Sun Tzu, com conceito claro para o combate: “Conhecendo o exército de seu inimigo e seu próprio exército, você vencerá a guerra”. Mesmo que em termos de guerra não haja vencedores, há um ganho fantástico de experiência na consecução desta regra básica. Rama estou e interpretou o comportamento de seus inimigos, ingleses, franceses e norte-americanos. E lhes enviou presentes e agrados, como jóias e esculturas de elefantes, animais adorados pelos tailandeses. Em seguida, vendeu papoula, matéria-prima do ópio...