sábado, 27 de março de 2010

Riqueza Mental


TODO MUNDO É RICO...alguns sabem disso, outros não. O Dr. Napoleon Hill, autor do ‘beste-seller’ Pense e Enriqueça, sugeriu que, ‘tanto a pobreza quanto a riqueza são produtos do pensamento’. Realmente, a pobreza é uma condição da mente e não da bolsa. Mas a riqueza também é uma condição da mente. O que se torna claro mediante um exame dessas premissas; é que a pessoa adquire uma compreensão melhor das dicotomias rico/pobre, riqueza/pobreza, abundancia/miséria, compreendendo melhor a consciência.
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Na última década, muito têm sido aprendido e escrito sobre a consciência em função de novas descobertas quanto ao funcionamento do cérebro. Foi descoberto que os hemisférios cerebrais esquerdo e direito funcionam de maneira completamente diferente...como se fôssemos dois indivíduos separados num só. Talvez a dualidade da consciência humana, reconhecida em todos os tempos por filósofos, poetas, místicos e teólogos, seja mais prontamente aceitável para a ciência natural devido à nova demonstrabilidade desse fato.

Em termos gerais, parece que na maioria das pessoas o hemisfério esquerdo é responsável pela linguagem evocativa e funciona cognitivamente bem à maneira de um processador de dados computadorizado que emprega raciocínio lógico, análise seqüencial de dados, e fechamento ou conclusões a cada passo. O hemisfério direito, na maioria dos indivíduos, funciona mais como um receptor de impressões sensoriais, não raciocina em passos lógicos mas percebe de modo holístico, suspendendo o julgamento enquanto explora uma infinidade de possibilidades. A compreensão obtida pelo método do hemisfério direito não se presta a análise lógica e por isso tem sido rejeitada, depreciada ou ignorada pela ciência moderna, racional e vernal. Hoje está sendo mostrado que seu estilo noético mas não-verbal não é apenas essencialmente valioso mas pode até ter um valor extraordinário.

Pesquisas recentes têm demonstrado que aquilo que costumava ser atribuído ao “inconsciente” é na verdade consciência não-verbal do hemisfério direito do cérebro. Além disso, aquilo que tem sido citado como ‘insight’, palpite, intuição, telepatia, precognição, talento, sagacidade, pensamento original, pensamento criativo, imaginação, consciência, pré-ciência, visão psíquica, a ‘sutil e silente voz interior’ – ou depreciativamente como alucinações, fraudes, processos primários, hipnogogia, confabulação, ou pensamento primitivo – funciona através da cognição do cérebro direito ou pode ser atribuído a ela.

Será que o terceiro olho é realmente cego nos indivíduos modernos porque o córtex de sua cognição tem sido negado ou desprezado pela ciência material? Talvez, se o órgão de percepção tem um vestígio no tecido pineal, então o órgão de conscientização esteja atrofiado no córtex do hemisfério direito.


CONSCIÊNCIA E RIQUEZA
Que é que isso tudo tem a ver com riqueza? Vejamos se conseguimos fazer uma conexão. Será que as descobertas da consciência são mais valiosas do que as descobertas ou a acumulação de riqueza material? O Homem mais rico do mundo não passa seu tempo quantificando sua riqueza. Numa entrevista, perguntaram ao arquimilionário H.L.Hunt quanto ele valia e ele respondeu:”se você sabe quanto vale, então não vale muito”. Talvez qualquer coisa que se possa constar [quantificar] não valha a pena. Se escutamos atentamente as conversas das pessoas sobre a riqueza, podemos notar que só aquelas que sentem falta da riqueza ou abundância falam de quantidades. Aqueles cujas quantidades são superabundantes falam de qualidades.

Como estudantes das Leis Universais, aprendemos a usar a lei cósmica para enriquecer nossa vida e a vida daqueles que amamos, a recorrer ao Cósmico para satisfazer nossas necessidades, e a compartilhar nossas bênçãos com os outros a fim de melhorar o estado geral do nosso ambiente. Mas é útil reiterarmos esses princípios em termos que possam ser facilmente aplicados na vida diária, tendo em mente que não há limite ou deficiência no Cósmico mas somente em nossa consciência, e que não há limite ou deficiência em nossa consciência do hemisfério direito mas somente do esquerdo [que funciona como um sistema de redução que nos permite focalizar nossa atenção], consideremos um método que nos permita livre e direto acesso à fonte cósmica de abundância.

MÉTODO PARA CONSEGUIR ABUNDÂNCIA
O seguinte método é totalmente consistente com as técnicas de concentração e visualização, embora, para fins desta exposição, ele seja interpretado em termos de cognição de cérebro esquerdo e direito.

PASSO 1_ Relaxe. Aprenda a relaxar por algum treinamento especial, d ‘biofeedback’, ou, melhor ainda, pela prática regular do exercício de concentração nas partes do corpo. Não podemos ter acesso à cognição do cérebro direito em estado de tensão.

PASSO 2_ Tenha alguma musica suave no ambiente e pratique respiração profunda e descontraída. Como o hemisfério esquerdo do cérebro não pode ‘ouvir musica’, o uso de uma música suave e agradável [sem cantar] estimula o córtex direito e silencia o esquerdo.

PASSO 3_ Concentre-se e visualize. A concentração pode ser descrita como o uso do cérebro esquerdo para iluminar o tema desejado, como se ele fosse uma lanterna. Visualizar o resultado almejado sob a focalização do cérebro esquerdo estabelece um padrão a que a solução possa se ligar quando for projetada do hemisfério direito no próximo passo.

PASSO 4_ Continue descontraído ou relaxado e não pense em nada. Apenas desfrute o prazer do repouso ou deixe-se adormecer. Neste estágio o cérebro direito desperta e a solução gravita para a interface cérebro direito/cérebro esquerdo [o corpus callosum]. Quando você acordar, ou algum tempo depois de voltar à consciência normal, a solução saltará para a consciência do cérebro esquerdo, onde poderá ser trabalhada.

PASSO 5_ Crie alguma coisa: um poema, uma pintura, uma canção um provérbio. Aqui o truque está em permanecer em estado de aceitação e não-julgamento até que tenha captado o pensamento [grave-o ou anote-o imediatamente]. Você deve tomar muito cuidado para não analisar, avaliar, criticar, ou elaborar sua criação neste ponto, porque isso acabaria sendo ‘um contrato de assassinato da criação com o cérebro esquerdo’. Só resultaria em rejeição prematura de sua criação.

PASSO 6_ Depois de ter captado a idéia, você pode analisá-la e determinar como colocá-la em prática para o seu objetivo. Todas as invenções, criações artísticas, pensamentos originais, ‘insights’, palpites, intuições, etc., chegam em nossa consciência de despertar. A prova de que o cérebro esquerdo não pode chegar a essas soluções por meio de raciocínio é que o computador [que é o programado com a lógica do cérebro esquerdo] é incapaz de pensamento original ou ‘insights’.

APRENDENDO A CONSCIÊNCIA DA RIQUEZA
George Clason declarou ousadamente no frontispício de seu livro clássico, ‘O Homem mais Rico da Babilônia’, que ‘uma bolsa magra é mais fácil de curar do que de suportar’. Mas, para encontrarmos a cura, é necessário examinarmos as leis da mente consciente que podem ser empregadas para atrair saúde, riqueza, alegria, e uma qualidade superior de vida. Para a nossa mente, as únicas coisas que existem são as que percebemos em nossa consciência. Assim, nosso ambiente consciente consiste totalmente de nossas percepções ou sensações. O reconhecimento deste fato nos permite aprender a aplicar ‘consciência de riqueza corretiva’ as nossas circunstâncias.

As qualidades de nossa realidade são determinadas por nossas atitudes para com nossas percepções. Por exemplo, a cor ‘vermelho’ só existe como um produto de nossa percepção de uma faixa extremamente estreita de vibração do infinito Teclado Cósmico, modificada por nossa atitude para com ela no momento da percepção. É assim que sentimos vermelho intenso/pálido, vermelho bonito/feio, vermelho quente/frio, etc., cada qual refletindo nosso julgamento de uma faixa de vibração. Em outras palavras, a realidade consiste em percepção amplificada por atitudes.

Costuma-se dizer, ‘alegria de um, tristeza de outro’. Uma coisa que é jogada no lixo por uma pessoa pode ser reverenciada como uma antiguidade valiosa por outra. De fato, valores geralmente aceitos estão sempre mudando em função das atitudes de grupos dominante. Os economistas referem-se à lei de ‘oferta e procura’ como um principio, e ‘economistas do lado da oferta’ como uma aplicação dessa lei. Eles não compreenderam que a oferta e procura são na realidade o efeito quantitativo de atitudes de grupos oscilantes. A economia mundial é determinada por atitudes oscilantes e não pela manipulação de quantidades.

ATITUDE E SAÚDE
Para testar esta hipótese, pense numa coisa que você desejou muito mas não podia ter na época e que não quer mais. Em sua atitude anterior você teria pago uma fortuna por ela, ao passo que em sua atitude atual você talvez não a aceite nem de presente. No entanto, o objeto deste teste hipotético absolutamente não mudou suas características.

Na época atual, de rápidas viradas tecnológicas, este ponto é ainda mais drástico. Por exemplo, você compra um novo equipamento de som e, dois meses depois, surge no mercado um modelo mais avançado. Se você tivesse de fazer hoje uma decisão de compra, não optaria pelo seu. Que mudou? Certamente o equipamento que você comprou não é diferente em suas características essenciais. Mas sua atitude foi influenciada pela maneira como o modelo novo, mais avançado, desvaloriza o modelo anterior. Portanto, no mundo material, estarmos satisfeitos com alguma coisa por seu valor intrínseco ao invés de seu valor relativo é um passo para a riqueza.

Os místicos tem sugerido ao longo dos tempos que o Cósmico vivencia a diversidade através da criação tal como ela se reflete na consciência humana. Como não há dois flocos de neve, dois grãos de areia ou dois átomos exatamente iguais, talvez comparação [medição] seja um passo para a pobreza, ao passo que a apreciação de singularidade seja um passo para a riqueza.

DICOTOMIAS
RIQUEZA=CÉREBRO DIREITO # POBREZA=CÉREBRO ESQUERDO

Autoconfiança # Hesitação
Segurança # Dependência/insegurança
Auto-aceitação # Auto-rejeição
Auto-estima # Autodepreciação
Saúde # Doença
Amor # Ódio
Sabedoria-compreensão # Ignorância
Sanidade # Demência
Felicidade-alegria # Tristeza
Coragem # Covardia
# Ceticismo
Gratidão # Ingratidão
Generosidade # Avareza
Otimismo # Pessimismo
Prazer # Dor
Descontração # Tensão/stress
Alegria # Depressão/suícidio
Exaltação # FRustração
Prosperidade # Adversidade
Paz # Ansiedade
Humor # Raiva.

Para maior clareza, consideremos a lista acima, de dicotomias, em sua correlação com a consciência da riqueza segundo a teoria cérebro esquerdo/cérebro direito.

Essa lista de dicotomias pode servir como uma lista d checagem rápida para examinarmos nossas atitudes diárias e conseguirmos uma avaliação de nossa consciência de riqueza.

DICAS PARA DESPERTAR A CONSCIÊNCIA DA RIQUEZA
Aplicando as dicas abaixo ao nosso processo de pensamento, podemos estimular nossa consciência de riqueza e estabelecer medidas corretivas quando necessário:

1_ Qualquer que seja nossa condição, somo livres para escolher nossa própria atitude em qualquer situação. Assim,uma característica essencial da verdadeira riqueza é a posse de nossa própria atitude.

2_ Rótulos refletem atitudes de grupo e são indicações que podem influenciar nossa valoração de nosso ambiente. Não permitindo a outrem o poder de definir nossa realidade pessoal, conquistamos mais um degrau da verdadeira riqueza.

3_ Se você quer ser sábio, ‘conhece-te a ti mesmo’. Acreditar que você é apenas o corpo é um passo para a pobreza e você vai gastar todos os seus recursos tentando preservar o corpo. Vai considerar a saúde a maior de todas as riquezas. Na falta de saúde você daria todas as suas posses para recuperá-la.

4_ Se você quer ter sucesso, ‘seja você mesmo’. Se você sabe que é um passarinho, de nada lhe serve tentar tornar-se uma cobra. Você vai falhar. Se você é um pêssego, é infrutífero tentar tornar-se uma maçã. Assim, auto-aceitação é um passo para a riqueza.

5_ Se você quer ser rico, ‘valorize a si mesmo’. Você é a única coisa que sempre terá, o tempo todo. Seu EU REAL é você antes do nascimento e depois da transição, quando todas as coisas materiais ficam para trás, inclusive o corpo. Você pode levar a verdadeira riqueza com você.

6_ Conte suas bênçãos. Todo mundo tem algum talento singular. Pesquise o arquivo de sua consciência para determinar seu estado de riqueza. Seu ambiente é apenas um reflexo de seus recursos e atributos interiores.

7_ Decida ganhar dinheiro para os outros e ganhará para si mesmo. Faça 10% mais do que o esperado e sua receita cuidará de si mesma. Imagine se fosse costume os trabalhadores prometerem produzir mais em troca de aumento de salário: ‘Eu aumento minha produção em 15%, se você me der 13,5% de aumento’. Faça uma oferta que seu empregador não possa recusar. Você tem de dar alguma coisa para conseguir alguma coisa. Todo mundo ganha. Fazer diferente disso é roubar. Ao contrário disso, ameaçamos entrar em greve se não conseguimos 10% de aumento, e quando o contrato provocado pela greve é implantado, a produção cai em 15%. Além disso, no dia do pagamento, o trabalhador compra coisas num mercado que astuciosamente aumentou seus preços em 10%. Este ciclo acaba resultando em fechamento de empresas, desemprego e um mercado inflacionado. Todo mundo perde.

8_ Faça o que você gosta de fazer e o dinheiro virá. Você gostaria de ter seus dentes tratados por um dentista que detestasse seu trabalho? Você gostaria de ter seu carro consertado por um mecânico que detestasse consertar carros? O entusiasmo cria riqueza.

9_ Faça sua caridade secretamente. Quando fizer alguma coisa por alguém por pura bondade de coração, procure permanecer anônimo, de modo que a pessoa não saiba a quem agradecer. O beneficiário não terá escolha a não ser agradecer a Deus. Se você fizer de Deus o devedor, ganhará um titulo que pagará dividendos isentos de impostos em proporções infinitas. A fonte infinita multiplica extremamente o bem que fazemos.

10_ Seja grato. A gratidão é a Lei Cósmica do Aumento. Uma lamentação registra a idéia de desamparo na consciência. Se você se sentir desajustado ou inadequado, terá abdicado de sua herança. Toda vitima tentará ser resgatada por qualquer um que passe. A queixa mais comum que ouvimos hoje em dia é: ‘isso não é justo’. A quem esta queixa é dirigida? Deveria o Cósmico interferir e nos dar uma nova mão de cartas? O jogo de ‘poker’ da vida é um jogo de ‘confiança’. Você pode na realidade ter a melhor mão da mesa, mas jogar tão mal que perca a aposta. Se alguma coisa está errada, você deve corrigi-la. Afinal, em primeiro lugar, ela integra a sua realidade, existe porque você a colocou aí. Se você desafiar sua própria mente, nunca vai dar atenção a desafios.

11_ Não confunda o recipiente com o conteúdo. Se você gosta de alguma coisa, tenha a sabedoria de reconhecê-la em sua forma substantiva. Uma embalagem elaborada só serve para aumentar o preço. Às vezes é um disfarce engendrado para ocultar um produto inferior. Se você sabe do que é que gosta, não precisa de que isso lhe seja vendido pelos outros. É mais rico aqueles cujos prazeres são mais baratos.

12_ Prepare sua mente para aceitar a riqueza. O medo do sucesso está baseado no medo da responsabilidade, amplificado pela atitude da hesitação. Como a nossa consciência cria tudo em nossa vida exatamente como programamos, tenha o cuidado de não ‘querer’ algo que realmente não deseje... porque vai ter precisamente isso.

13_ Aquilo que você focaliza se expande. Se você se preocupar com suas dividas e seus problemas, eles receberão o reforço da luz de sua consciência e se expandirão proporcionalmente. Concentre-se em possibilidades e energize a luz de sua consciência de modo que as manifeste em sua vida. Se você quer mudar suas circunstancias, mude sua mente. Escolha a consciência da riqueza!
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[Texto de Nelson H.Harrison]

quinta-feira, 25 de março de 2010

NO CAMPO DO DHARMA


Eventualmente, um dado conhecimento é alcançado ou perdido. Todo o conhecimento está presente para sempre, mas com o fluir do tempo a verdade pode ser manifesta ou oculta. As escrituras, do nosso mundo são um repositório tangível para a verdade e o conhecimento, e uma das mais belas e líricas dessa escrituras é o “Bhagavad-Gita”, “A Canção do Senhor”.

Num primeiro nível, o Gita é a história de uma batalha entre as famílias dos Kurus e dos Pandavas. Os Kurus representavam as forças do mal e consistem nos Cem Filhos Maus e seu exército. Os Pandavas, as forças do bem, são primos dos Kurus e são liderados pelo guerreiro Arjuna.

Devemos ter em mente que a batalha iminente não é o conflito obvio que se espera. O que realmente acontece é muito mais pessoal e profundo. Arjuna, como membro da casta guerreira, tem o deve sagrado, ou ‘dharma’, de proteger sua família da agressão. Como é então que Arjuna supera esse conflito essencial do dharma, quando a ameaça contra seus parentes vem de um outro grupo de parentes, de pessoas de seu próprio sangue? A idéia de matar seus tios e primos gera um conflito entre a mente e o coração de Arjuna, paralisando-o. Ele tem de rejeitar uma das alternativas de recuar ou atacar. Eis então a batalha: é o dharma de Arjuna que tem de ser enfrentado e cumprido.

O ‘Gita’ começa com o cego Dhritarashttra, pai dos Cem Filhos Maus, pedindo a seu cocheiro, Sanjaya, que descreva a cena. Sanjaya é clarividente e clariaudiente e é tido como uma testemunha imparcial.

O primeiro Capítulo abre com a fala: ‘Dhritarashtra diz: reunidos no campo do Fharma, ó Sanjaya, no campo dos Kurus, ansiosos por lutar, que fizeram meu povo e os Pandavas?’ A primeira linha, ‘reunidos no campo do Dharma...’ forçosamente traz à tona as questões que estão em jogo na cena.

NÍVEIS DO DHARMA
Que é esse conceito de dharma? Terá o dharma, como essa batalha, níveis sutis? Será que cada um de nós tem o seu próprio dharma a cumprir?

O dharma pode ser explicado simplesmente como dever; nossas reconhecidas obrigações individuais. O dever de Arjuna, naturalmente, é de proteger sua família. Mas esse nível superficial do dharma é tão-somente, por assim dizer, a ponto do iceberg. Trata-se de um dharma relativo, do campo relativo da vida, e seu mecanismo se altera constantemente, conforme se altera também constantemente o campo relativo da vida.

Por outro lado, há o dharma do Ser, que não é relativo e não muda. É eterno, infinito e estabelecido em si mesmo. Isto só se consegue com a parada da ‘Roda da Vida’[símbolo do dharma relativo], quando o ciclo de morte e renascimento é rompido e se alcança a iluminação.

Entre o dharma relativo e o dharma do Ser há o dharma da evolução. Este pode ser descrito como um principio guia da vida, isto é, de como podemos chegar a nossas próprias decisões, no empenho de estruturar e dirigir nossa vida e nossas metas. Esta é a prioridade espiritual pessoal, de modo que cada um de nós tem de chegar a suas próprias conclusões conforme seu nível individual de evolução. Esse dharma de evolução, portanto, é o próprio fator que sustenta e dirige a evolução e desestimula tudo aquilo que é prejudicial a ela.

E devemos entender que esse dharma particular [o dharma de evolução] é tão individual ou pessoal quanto o dharma relativo, simplesmente porque depende do nível pessoal de evolução [consciência] do individuo. O Gita adverte:’melhor é a morte no seu próprio dharma: o dharma alheio traz perigo’.

SIGA A SUA VOZ INTERIOR
Se um individuo procura viver segundo o imperativo espiritual [dharma] de outrem, desvia-se da senda evolutiva. Esse individuo não pode viver eficientemente. Por exemplo, um estudante do primeiro grau não estuda Tolstoy. Um outro exemplo é que um individuo não deve escolher uma carreira apenas em busca de prestigio ou ganho financeiro, se suas aptidões ou sua personalidade não se adaptam à mesma. O resultado seria finalmente contraproducente. Analogamente, nada pode ser alcançado emulando-se austeridades espirituais para as quais não se está preparado.

A imitação pode muito bem ser a mais sincera forma de bajulação, mas pode ser também um sério embaraço ao progresso individual na senda. Tentar seguir do dharma de outrem é perigoso porque leva a confusão e desvio do dharma pessoal, postergando portanto a evolução particular. A morte não representa uma ameaça assim, porque constitui apenas uma pausa na senda[na “Roda da Vida”], seguida de mais progresso.

A ação harmoniosa com nossa própria prioridade espiritual [dharma] propicia a prosperidade, tanto no campo manifesto da existência como no não manifesto; e é esse nível do dharma que de fato mantém o giro da Roda da Vida”.

Voltando ao Gita, como é que Arjuna resolve seu dharma? Além dos Kurus[os Cem Filhos Maus] e dos Pandavas, liderados por Arjuna, e seus respectivos exércitos, há no campo de batalha [ o Campo do Dharma] o Senhor Krishna e seu exercito. Krishna, uma encarnação terrena do deus Vishnu, encarna em tempo de trevas para restaurar a luz no mundo, de modo que deu a escolha dele próprio ou de seu exército aos Kurus. Os Cem Filhos Maus escolheram seu próprio exercito, e assim o Senhor Krishna fica ao lado de Arjuna. Este, contemplando a cna da batalha iminente, hesita quando vê tantos de sus parentes e amigos enfileirados em lados oponentes. Embora se trate de uma justa defesa contra a agressão dos Kurus. Arjuna toma consciência da crueldade da guerra e levanta questões. Quando ele se sente superado pelo pesar e incapaz de agir, o Senhor Krishna acolhelha:”liberta-te dos três gunas, ó Arjuna; sê livre da dualidade, sempre firme na pureza, independente de posses e possuído pelo Eu interior”.

Nenhum problema pode ser resolvido ao nível do próprio problema. É preciso mergulhar dentro de si mesmo. Cada um de nós tem de buscar o silencio do Mestre Interior e o conhecimento do Eu Superior. A auto-conscientização é a senda da harmonia em que a retidão e o amor se fundem e o conflito de Arjuna se resolve.
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[Texto de Margaret Hargas]

segunda-feira, 22 de março de 2010

Lula na Onu? [22.03.10]


22 de março de 2010 N° 16282 Alerta

FUTURO DE LULA - Possibilidade de o presidente brasileiro ocupar o cargo de secretário-geral da entidade aumenta.

De simples insinuações a movimentos dignos de campanha eleitoral, é cada vez mais palpável a possibilidade de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se candidatar ao cargo de secretário-geral da ONU.

No final de semana, foi a vez de o jornal britânico The Times publicar reportagem sobre a provável intenção do brasileiro de suceder Ban Ki-moon no comando das Nações Unidas.

Em julho do ano passado, Zero Hora ouviu membros do governo e estudiosos em relações internacionais sobre a possibilidade de Lula alçar voos além-mar. A ideia veio reforçada por declarações elogiosas do recém-eleito presidente dos EUA, Barack Obama, dizendo que Lula era “o cara”, e do presidente da França, Nicolas Sarkozy, que defendeu a entrada do brasileiro no Conselho de Segurança da ONU.

Segundo o The Times em sua edição do último sábado, “diplomatas dizem que Lula da Silva, que deixa o cargo em janeiro, pode buscar o posto mais alto da diplomacia mundial quando o primeiro mandato de Ban Ki-moon expirar, no fim de 2011”.

O assessor da Presidência para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, não negou a possibilidade em entrevista concedida ao jornal.– Ele (Lula) tem um grande interesse em questões internacionais, no processo de integração da América do Sul.

Para o diário, o estilo pessoal do presidente brasileiro e sua capacidade para manter relações amigáveis com todos os lados – com a China e com os Estados Unidos, com o Irã e com Israel – elevou seu reconhecimento internacional.

Isso apesar de analistas apontarem falhas que comprometam as ambições do brasileiro, principalmente no que toca aos direitos humanos. Um dos casos mais graves e que despertou a antipatia internacional foi o da morte do dissidente cubano Orlando Zapata, após uma greve de fome.

Questionado por ter se abstido durante o episódio, Lula depois comparou o militante político anticastrista a criminosos comuns.– Não se pode questionar direitos humanos só quando convém – afirmou a vice-diretora para as Américas da Anistia Internacional, Kerrie Howard, entrevistada por Zero Hora na edição de ontem

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Agora, vem as questões:

=> é possivel, Lula na Onu?

=> e em sendo possivel, vc sabe porque?

=> alias, vc sabe o que é a ONU, como ela foi formada e o que realmente ela representa?

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Pois bem, adentraremos agora o universo das TEORIAS CONSPIRATÓRIAS que cercam o tema 'ONU'.

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ORIGEM DA ONU?

Para entender melhor a origem da ONU precisamos voltar ao ano de 1844 na Pérsia (atual Irã).

Foi nessa época em que o jovem - Siyyid Ali Mohamad (1819-1850) com apenas 25 anos anunciou ser o Q’aim (aquele que se levanta).E desde então ele ficou conhecido como o Báb (A porta).

Para os xiitas, ele deveria ser aquele que precede o 12 Imã oculto. Mas os xiitas aguardam de forma direta a revelação desse Imã, por esse motivo e ter anulado as leis do Alcorão, o Báb foi aprisionado em vários locais, sendo finalmente fuzilado em Tabríz, em 1850, por um pelotão de 750 soldados. Após Sua morte, mais de 20000 de Seus seguidores foram martirizados.

* Para os cristãos verdadeiros, ele é o sétimo rei do livro de apocalipse (aquele que convém que dure um pouco de tempo) e que antecede o oitavo rei (Ap 17:11): E são também sete reis; cinco já caíram, e um existe; outro ainda não é vindo; e, quando vier, convém que dure um pouco de tempo. (Apocalipse 17:10)


Abaixo temos um resumo dos principais feitos do Báb para a nova ordem mundial:


1) Entenda como o Báb anulou:

a)) Alcorão: Em dezembro de 1844, o Báb partiu para Meca, onde são feitas as orações do ramadan, e realizou um ritual bem diferente. Ele matou nove animais em seu nome. A morte de 9 animais representa a unificação das nove principais religiões. Após esse sacrifício, ele circundou a Kaaba. Esse círculo representa a submissão do islã ao babismo que foi a religião criada por ele. A forma circular na Kaaba e a morte dos animais criou um objeto semelhante ao lado que é uma estrela de nove pontas. E assim o Sinal e o número 9 foram consagrados na nova ordem mundial. E agora só faltava a revelação do nome do imã oculto número 12 para dar inicio a nova economia mundial (AP 13:17).

b) A Bíblia: Como sabemos, o número que representa o cristo é o sete (Apocalipse 1:12). O Báb se considerava o último manifestante de cristo. Antes do sacrifício, ele se considerava regido pelo número 7. Ou seja, 1 (uma manifestante de DEUS) /7 (um suposto cristão ou as sete voltas na Kaaba). Se dividirmos esse número (1/7) nós obtemos o PI que representa a volta circular que ele fez na Kaaba: 0,142857. Como ele anulou os ensinamentos donovo testamento, ele realizou a operação inversa que é a multiplicação. Se multiplicarmos 0,142857 por 7 temos: 0,999999 que é o número sagrado da nova ordem. E agora sim ele poderia interpretar a Bíblia e o Alcorão da maneira que bem quisesse, pois ele recebeu poder espiritual para começar a sua obra.

2) A implantação do babismo em algumas seitas atuais: O ano de 1844 foi marcado por cálculos, sonhos e visões sem qualquer fundamento Bíblico. O primeiro erro cometido na igreja antiga foi feito por William Miller que cometeu o fiasco de calcular a volta de cristo para esse ano. O cristo dos seus cálculos era nada mais e nada menos que o próprio Báb. Quando os remanescentes do dia da decepção deram continuidade aos seus ensinamentos errados, o babismo foi inserido através de sonhos. Uma pessoa que mereceu grande destaque foi Ellen G. White, que acabou criando a Igreja Adventista do sétimo dia. E hoje o Apocalipse adventista, formado pelo Papa e o presidente americano, servem de porta para a nova ordem mundial, pois colocando esses líderes em evidência na mídia, o governo oculto pode continuar trabalhando tranqüilamente.

A implantação do babismo também aconteceu com Joseph Smith. Ele deixou a seguinte profecia para o ano de 1844: 'Quando o Salvador aparecer vê-Lo-emos como é. Veremos que é um homem como nós. (130, 01)'.

E hoje os mórmons aguardam a chegada da estrela de nove pontas que trará a paz global na terra.


Uma das seitas mais recentes onde o babismo foi implantado é a IURD (igreja universal do reino de DEUS), o empresário Edir Macedo (dono dessa denominação) diz ter recebido revelações de que o estadista José governará a terra. Esse empresário acabou escrevendo o livro “O plano de poder”, onde ele convoca a comunidade evangélica para participar da nova ordem mundial.O estadista José também pode ser encontrado no Qayyúmu’l-Asmá ( Comentário da Surata de José) criado pelo Báb.


3) O uso de tatuagens: O Báb também escreveu um livro chamado “O Bayan Persa.” É nesse livro que contém a lei para o uso de tatuagens na nova ordem mundial, hoje, essa identificação planetária poderá evoluir muito com a descoberta do laser de 1 terawatt. Esse tipo de laser poderá transferir uma imagem em frações de segundo futuramente. Resultado de uma pesquisa realizada:


“Notamos que não existiu efeito térmico, ou seja, cortamos o material, utilizando enorme quantidade de energia, e não houve aquecimento”, conta Vieira. Com isso, ele explica, será possível aplicar a mesma técnica em tecido humano.”


http://www.radiobras.gov.br/ct/2002/materia_181002_5.htmhttp://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=010115070321

4) O Anuncio do próximo manifestante: E assim … o Báb espalhou os seus seguidores Babis pela Pérsia, mais especificamente entre os sunitas, para aguardarem a chegada do prometido, do qual ele deixou essas palavras:

“Bem-aventurado é Aquele que fixa o olhar na Ordem de Bahá’u'lláh e rende graças a seu Senhor!” (13:6 Vahid)


Resumo: Nove anos após a proclamação do Báb (1844),surge a mística proclamação do profeta sem rosto chamado Baha’u’llah (1853). O bahaismo agora não se limita apenas a uma mudança no islã, mas em uma construção de uma nova ordem mundial política, social e econômica que abrangerá toda a terra. Para que tudo funcione de acordo com o seu projeto, o arquiteto do universo provoca a divisão na maçonaria. Agora com todos os seus livros e epístolas terminados só falta escolher os locais para a construção de suas instituições “divinamente” ordenadas.


Após a morte do Báb, os seguidores da fé báb (os babis ) ficaram indignados com o martírio de seu mestre e realizaram um atentado frustrado ao Xá da Pérsia. Alguns foram colocados pelo xá em uma prisão chamada Siyáh-Chál (a cova negra localizada no Teerã ), entre os prisioneiros estava um discípulo do Báb chamado Mírzá Husayn’ ‘Ali (1817-1892).


Exatamente como o Báb anunciou em seu livro (o Bayán), após 9 anos e em 1269 AH, ano nove do calendário islâmico (1853 do nosso calendário), Mirzá Husayn é acordado por uma Donzela ornamentada (a bíblica Rainha dos Céus ) e estas palavras foram ouvidas em toda parte : “Verdadeiramente, Nós Te faremos vitorioso por Ti Mesmo e por Tua pena. Não Te aflijas pelo que Te há acontecido, nem temas, por que Tu estás em segurança. Muito breve Deus levantará os tesouros da terra – homens que Te auxiliarão por meio de Ti Mesmo e de Teu Nome, com que Deus revigorou os corações daqueles que O reconheceram.”


E nesse ambiente fétido e cheio de insetos, pois os esgotos da cidade Teerã passavam por essa prisão, o corpo de Mirzá Husayn foi revestido de poder e passou a se chamar Baha’u’llah (que significa a glória de Deus). O espírito que se apossou do seu corpo era tão forte que mesmo acorrentado e vivendo nessas condições não foram capaz de impedir a criação dos alicerces da nova ordem.


O prometido (o senhor das religiões) chegou, proclama os Bahá’is pelos quatro cantos do mundo! Para a ONU ele é o cristo da nova era que concretizará as metas do milênio, para os maçons ele é o Grande Arquiteto do Universo, ele é o estadista José aguardo por Edir Macedo (dona da IURD) que lhe cobrirá com riquezas infinitas e prosperidade, para o Báb ele completou a tríade da economia divina (Sinal, nome e numero de letras de seu nome) , ele foi o décimo segundo Imã oculto descendente de ali dos xiitas, o Imã Rusayn aguardado pelos sunitas, o Shah Bahram (o maitreya), anunciado por Zoroastro que triunfaria sobre Ahriman e inauguraria uma nova era em seu cavalo branco e para os cristãos verdadeiros o oitavo rei descrito no livro de Apocalipse.


Por um lado era 'Ele' descendente de Abraão , através da esposa, Katurah, e, por outro, de Zoroastro, bem como de Yazdigird, último rei da dinastia de Sasániyán. Era descendente, também, de Jessé, e pertencia – do lado de Seu pai, Mírzá ‘Abbás, mais conhecido como Mírzá Buzurg – um nobre intimamente associado com os círculos ministeriais da Corte de Fath-’Alí-Sháh – a uma das famílias mais antigas e de maior renome de Mázindarán.


A proclamação de Baha’u’llah atingiu proporções mundiais e não se limitou a uma renovação no islã. Os antigos babis agora passaram a se chamar Bahá’is.

A primeira função dos Bahá’is era espalhar as boas novas e colonizar a Rússia. O imperador Czar Nicolau II foi o primeiro a ouvir o seu clamor e aceitá-lo como deus. Isso provocou uma divisão na maçonaria que causou o seu assassinato em um Ritual Maçônico.

Baha’u’llah continuava a enviar epístolas para os dois lados da maçonaria e quanto mais ele fazia isso, mas atiçava a ira nas duas divisões.

Albert Pike (um maçom materialista) x Czar Nicolau II (um maçom espiritualista) foram um exemplo dessa divisão.


Ele continuou a escrever a sua obra em várias prisões, mas foi cidade prisão de Akká que surgiu o livro mater o Kitáb-i- aqdas em 1873, a carta magna da nova ordem mundial.

Em 1877, com a ajuda do Imperador Czar Nicolau II, Baha’u’llah sai da prisão e vai morar em sua mansão em Akká.

Em 1891 Bahá’u’lláh revela a Epístola ao Filho do Lobo que se transformou em eu testamento.

Em 1892, após uma breve enfermidade, falece Baha’u’llah na sua mansão- santuário em Akká.


Após nove dias do seu falecimento, o seu testamento com nove lacres foi aberto.

Um dos principais documentos era a epístola o filho do lobo que foi direcionada principalmente para as seguintes personalidades:

=> Ao Papa Pio IX,

=> para o Imperador da Áustria,

=> outra epístola para Napoleão III, um clamor aos principais governantes da época para se unirem na futura ONU,

=> e uma epístola para a Rainha Vitória dizendo que da sua descendência nasceria o grande executivo mundial.


Em 1893, um ano após a morte de Baha’u’llah, surge a primeira instituição divina do seu governo “ O Parlamento das religiões” em Chicago.

Os registros da conferência assinalam uma palestra proferida pelos Reverendos presbiterianos George A. Ford e Henry H. Jessup. O parlamento das religiões foi a primeira instituição a receber o sinal de Baha’u’llah que é a estrela de nove pontas.


Durante a proclamação do Báb e Baha’u’llah quatro igrejas cristas foram tragadas pelo seu governo que são:

=> As testemunhas de Jeová,

=> A igreja Adventista do Sétimo dia,

=> A igreja Mormom.

=> e a igreja presbiteriana.

Com a Rússia devidamente inserida na nova ordem mundial, agora é a vez da fé Bahá’i adestrar aos Estados Unidos da América, Europa, Inglaterra, Egito e Haifa (Israel).

Por isso Baha’u’llah designou e treinou o seu filho Abdu’l’bahá para criar os alicerces da administração Bahá’i (a Casa Universal de Justiça) e a liga das Nações que se transformou hoje na ONU.


O ministério de Abdu’l’bahá
Resumo: A expansão da fé não se limitou a proclamação do Báb em 1259 DH (1844 D.C.) que conquistou os sunitas, a igreja adventista do sétimo dia, as testemunhas de Jeová ou a igreja mormon; e nem mesmo com a proclamação de Baha’u’llah, após nove anos da proclamação do Báb, em 1269 DH ( 1853 D.C.) com a conquista da igreja presbiteriana ou da Rússia e seus aliados.

Agora chegou o momento de conquistar a Babilônia Americana, comunicar para todas as sociedades secretas que o prometido chegou, treinar os executivos, políticos , economista, filósofos, religiosos e esotéricos, escolher o local onde as instituições divinamente ordenadas por Baha’u’llah seriam construídas tanto no oriente como no ocidente.

Foi assim que Abdu’l’bahá (o mestre da globalização) partiu da Pérsia em um navio transformando a teoria do plano de governo mundial em prática.

É muito importante nesse momento observar a total sincronia dos anos no calendário maometano (DH), pois todos os eventos desde a proclamação do Báb até a construção da ONU foram feitos no ano nove.

Para cumprir tamanha missão, a figura impar do filho de Baha’u’llah, Abbás Effendi (1259 – 1339 DH que corresponde ao nosso calendário a 1844-1921 D.C.), foi designado como interprete das escrituras Baha’is e o seu sucessor.

E desde então ele mudou o seu nome para Abdu’l’Bahá ( o servo da glória). Entre 1911-1913 Abdu’l realizou a maior campanha de evangelização global de todos os tempos. O objetivo da sua campanha não era converter as pessoas em Bahá’is; e sim submeter toda humanidade aos ensinamentos de Baha’u’llah.

Na Inglaterra [1911] Abdu’l, foi condecorado pelo governo desse país, seu objetivo foi agraciar a coroa britânica com o cargo de executivo mundial no futuro. Essa indicação encontra-se escrita na epístola enviada a Rainha Vitória.

Abdu’l também esteve em Paris proferiu várias palestras. O seu objetivo aqui foi agraciar a Europa como exemplo da futura unidade financeira no governo mundial. Nesse país também aconteceu a explicação da Epistola enviada a Napoleão III que criou a I guerra mundial.

Mesmo antes da II guerra mundial, o exército Alemão rende-se aos ensinamentos de Abdu’l e fizeram uma viagem muito misteriosa para Pérsia, para ouvir os conselhos do mestre. Baha’u’llah também deixou estratégias para a criação do exército mundial.

Mas foi no ano 1329 DH (1912 D.C.) que Abdu’l chegou a América. Esse foi o principal objetivo de toda a sua expedição. Após percorrer uma boa parte do país e rodeado de futuros globalistas, finalmente ele encontra o local apropriado para a construção da ONU. Ele gostou muito da região costeira de Nova York, bem próxima ao mar. Após a escolha do local, ele proferiu uma palestra, e disse as seguintes palavras .

“..Sua entrada portuária, suas pontes, prédios e largas avenidas são magníficos e belos. É realmente uma cidade maravilhosa. Como Nova Iorque teve todo esse progresso na civilização material, espero que também progrida espiritualmente no Reino e no Convênio de Deus (…) Rezo para que vós sejais as manifestações do amor de Bahá’u'lláh….” ( 11 DE ABRIL DE 1912 Palestra de Abdu’l na Residência do sr. e sra. Edward B. Kinney Avenida West End, 780, Nova Iorque ( do livro a paz universal).

Posteriormente a sede das nações unidas foi construída na cidade de Nova York entre 1368- 1369 DH ( 1949 e 1950 DC) financiada pela família Rockefeller.

Se os Ingleses colonizaram a América, os Persas foram além disso. Quer os americanos gostem ou não eles foram colonizados pelos Persas. Isso explica a grande aversão entre os EUA e o Irã nos dias atuais.

Mas a expansão da fé foi mais longe ainda! Abdu’l proferiu palestras em várias igrejas que hoje pregam o pseudo-cristianismo, pois todas elas são servas de Baha’u’llah e se espalharam pela América latina.

Outro momento histórico foi o encontro da maçonaria ensinada por David Pike com Abdu’l. Pike pregava a vinda de um cristo materialista. Por esse motivo Abdu’l proferiu palestras no centro de teosofia e na construção do templo maçônico em Nova York explicando que sem Baha’u’llah jamais o executivo mundial poderá governar a terra. Pike também profetizou que seria necessário três guerras, para se estabelecer a nova ordem mundial, mas Abdu’l profetizou apenas II.

Com esse pronunciamento, Abdu’l criou uma nova divisão na maçonaria francesa, Inglesa, Russa, Americana e alemã.

Isso provocou duas guerras mundiais (maçonaria materialista x maçonaria espiritualista) exatamente como ele profetizou.

Essa luta pelo poder está descrita no livro “A Besta Escarlate.”E assim Abdu’l se despede da América e vai para o Egito, onde ele confirmou o lastro de outro para a futura economia mundial e volta para Haifa (Israel).

Em Haifa ele começou a criar os alicerces das instituições Baha’is e santuários, mas com a sua morte em 1339 DH (1921 D.C.) ele indicou como o seu sucessor o filho Shoghi Effendi que foi o responsável pela última era da expansão Bahá’i .

O ministério de Shoghi Effendi
Resumo: Após a morte de Abdu’l’Bahá, o seu filho Shoghi Effendi (1897-1957) expande a Fè Bahá’i em escala mundial. Para que tal façanha seja realizada, Effendi organizou todas as diretrizes do governo durante o período em que ocorreu as duas guerras mundiais.

Com a ajuda de doações via Unesco, a fé investe no monte Carmelo, constrói os santuários Bahá’is e a Casa Universal de Justiça que por sua vez controla todas as agências da ONU através de representantes da comunidade mundial Bahá’i no ECOSOC – (Conselho Econômico e Social da ONU), o segundo órgão mais importante da ONU após o Conselho de Segurança. Agora é só implantar o plano de governo em cada país via ONU.

Após ter completado a sua viagem missionária de globalização, Abdu’l’ Bahá volta para Haifa – Israel em 1913 e começa a coordenar as construções do santuário do Báb e de Bahá’u’lláh entre outras articulações políticas até o dia da sua morte em 1339 DH ( 1921 D.C.). Com isso encerra-se o período místico da trindade Bahá’i composta por: Báb, Baha’u’llah e Abdu’l’bahá.

Com a nomeação de Shoghi Effendi no testamento de Abdu’l’bahá, a fé deixa de ter seus ensinamentos centralizados em uma única pessoa e se transforma em uma comunidade mundial.

Os ajustes para a criação da união entre as confederações idealizada por Baha’u’llah foram feitas após a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) e a Segunda Guerra Mundial (1939 – 1945).

Com o fim da segunda guerra, aconteceu a partilha de Israel pela ONU (1947 e 1948), Shoghi Effendi participou das negociações com o recém formado governo. A partilha da Terra Santa foi distribuída da seguinte forma: um território palestino, um estado judeu e a fé Baha´’i recebeu o Monte Carmelo como prêmio.

Durante os primeiros anos, a comunidade Bahá’i trabalhou supostamente exercendo consultoria para a ONU através do ECOSOC sendo a primeira Organização não governamental (ONG) do mundo.

A Comunidade Internacional Bahá’í atua em caráter consultivo junto ao Conselho Econômico e Social (ECOSOC) e junto ao Fundo de Assistência à Infância das Nações Unidas (UNICEF). Os escritórios da Comunidade, em Nova York e Genebra, e bahá’ís de numerosos lugares participam regularmente de conferências, congressos e seminários relacionados à vida sócio-econômica de nosso planeta.
InfoBahá’i

Na media em que as doações dos empresários eram feitas via UNESCO, pois nesse período vários milionários cooperaram com a fé para abaterem o valor no imposto de renda, a comunidade Baha´’i pode terminar de construir a sua sede administrativa no monte Carmelo em 1963.

A sede administrativa é formada pela Casa universal de Justiça e a Guardiania. Shoghi Effendi exercia tanto a função executiva como a legislativa até o final de sua vida. Ele foi o tradutor dos livros de Bahá’i para o Inglês, terminou de supervisionar a construção dos santuários Bahá’is e estabelecia as diretrizes para a comunidade. Effendi era a autoridade suprema do governo mundial (acima da ONU) e ele era auxiliado por outros nove 9 membros da comunidade Bahá’i.

Segundo o testamento de Abdu’l’bahá ele deveria ter indicado seus sucessores, mas ele não o fez. Isso aconteceu por que as escrituras Baha’is são extremamente ocultistas, muitas coisas não foram reveladas explicitamente por Baha’u’llah para a comunidade.

Effendi sabia que o governo mundial seria completado após a retirada de Baha’u’llah do abismo, onde os 27 viventes entrarão no paraíso de Akká para estabelecer a nova ordem mundial.

Esse profecia é esperada por xiitas, sunitas, falsos cristãos, Judeus cabalistas e Judeus ortodoxos e todos os aderentes da nova era, mas ela é mencionada no Alcorão.

Com a morte de Effendi, a Casa universal de Justiça funciona com apenas os nove membros eleitos pela comunidade. Eles aguarda a chegada de dois líderes espirituais, com poderes místicos para auxiliarem o governo do 'Anticristo' ? ( A besta do mar), mas esse governo somente surgirá com a retirada de Baha’u’llah do abismo.

Em quanto o grande dia da revelação não chega, o governo mundial trabalha da seguinte forma:

A Casa Universal de Justiça atua como poder supremo e hoje é formada por nove homens que são: Peter Jamel Khan (1987) ; Hooper Cameron Dunbar (1988) ;Farzam Arbab (1993) ; Kiser Barnes (2000) ; Firaydoun Javaheri (2003) ;Paul Lample (2005) ; Payman Mohajer (2005) ; Gustavo Correa (2008) ; Shahriar Razavi (2008).

A fé Bahá’i prega tanto a igualdade entre homens e mulheres, mas não possui nenhuma mulher no poder supremo do governo. Dessa forma podemos ver como esse governo mundial está sendo construído totalmente com mentiras. Para tentar tapear a opinião mundial, a Fé Bahá’i colocou como líder no ECOSOC uma mulher chamada Bani Dugal.

É através dela que os planos da nova ordem mundial chegam a todos os países inclusive o Brasil. A comunidade bahá’i local procura o presidente recém eleito e lhe apresenta o plano de governo mundial. Esse deve seguir à risca o plano em troca da liberação de recursos financeiros.

Resumo da notícia:
Membros da Assembléia Espiritual Nacional do Brasil têm reunião com o recém-eleito Presidente do Brasil Nós estamos felizes em informar que o Sr. Luís Inácio Lula da Silva, candidato do Partido dos Trabalhadores e eleito Presidente no último dia 27 de outubro recebeu uma delegação de quatro membros da Assembléia Espiritual Nacional do Brasil (…) A reunião foi caracterizada por extrema cordialidade e os seguintes documentos foram oferecidos a ele com breve comentários de parte de cada um dos representantes bahá’ís na reunião:


- Os Sete Vales
- O documento sobre Bahá’u'lláh
- A Prosperidade da Humanidade
- A Promessa da Paz Mundial
- Momento Decisivo para Todas as Nações
- O documento preparado pela Assembléia Espiritual Nacional do Brasil para a eleições de 1995 com sugestões para os novos Presidente, Governadores e Parlamentares.

Fonte: ABEN

O principal livro para preparar a humanidade em aceitar a nova ordem mundial chama-se “os sete vales.” Suas vozes soam como um leão procurando a quem possa tragar a alma. E clamou com grande voz, como quando ruge um leão; e, havendo clamado, os sete trovões emitiram as suas vozes. (Apocalipse 10 : 3)

Referências literárias usadas:A presença de DEUS (Shoghie Effendi), A paz Universal ( Abdu’l’bahá) e o Chamado do Senhor das hostes (Baha’u’llah).
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ONU = Governo Mundial? É uma realidade ou um mito?

O Governo Mundial não é uma ameaça: é uma realidade; já está instalado e em pleno funcionamento. O que ocorre é que quem está submerso no processo não percebe, tal como Maria Antonieta que, ao mandar o povo comer brioches já estava quase sem cabeça e não sabia de nada! Quem tem autoridade moral – e logo, logo, militar – sobre todo o mundo hoje em dia? Quem dita as normas de conduta ética? Quem tem o poder de guerra e de paz? Não é a Organização das Nações Unidas?

Estamos acostumados a tomar como certo tudo que a ONU diz e determina. Suas estatísticas são incontestáveis. Suas recomendações são ordens. Tudo que de lá vem é bom, por princípio! Pois não é lá que se defende a paz e a harmonia entre os homens? Uma espécie de deus de uma religião pagã?

Seus funcionários se metem em tudo através das diversas ‘agências’ – sofisma que será empregado até poderem usar o nome verdadeiro: Ministérios Mundiais! A burocracia já atingiu níveis nunca alcançados em nenhum outro lugar, nem mesmo na URSS.

Recomendo darem uma olhada em http://www.unsystem.org/ para verificarem o grau com que estamos aprisionados à ela.

São mais de 130 agências, comissões, sub-comissões, delegacias, inspetorias, etc., das quais conhecemos uma parte ínfima mas pelas quais já se pode perceber o tremendo poder de que dispõem.


=> É a UNESCO que determina os currículos do mundo inteiro.


=> É a OMS que diz o que podemos comer, como devemos cuidar de nosso corpo e mente, que medidas sanitárias devemos usar.

=> A OMC determina como deve ser o comércio mundial.

=> A AIEA determina quem pode ter armas nucleares.

=> A UNICEF estabelece as categorias nas quais temos que cuidar de nossos filhos, quantos devemos ter.

=> A FAO distribui os plantios agrícolas.

=> O complexo bancário FMI/BANCO MUNDIAL/BID decide quais países serão economicamente viáveis, quais devem falir (como fizeram com a Argentina após a Guerra das Malvinas/Falklands, no que Estulin está absolutamente correto).


São tantas as ‘agências/ministérios’ que sequer sabemos ao certo, quem, determina a falácia chamada IDH – Índice de Desenvolvimento Humano.


Da mesma forma que a campanha contra o fumo foi um teste bem sucedido, como denuncia Estulin, para medir o grau de sujeição hipnótica da população mundial, a campanha do desarmamento também o é. A absurda aversão ao cigarro e aos fumantes prova que uma propaganda subliminar bem feita é capaz de converter facilmente milhões em robôs ou cães de Pavlov: toca a campainha os cães salivam, acenda um cigarro e os robôs se enchem de indignação! Ninguém se espante se algum dia a OMS disser que andar de quatro faz bem para a coluna, aumente exponencialmente o número de quadrúpedes na Terra, todos alegrinhos com as ‘melhoras’ obtidas.


A mesma coisa se esperava da campanha pelo desarmamento. Como tudo na ONU passa necessariamente pelo Conselho de Segurança, como é que alguém pode acreditar que o desarmamento interessa à ONU se os cinco Membros Permanentes, com direito de veto, são os cinco maiores produtores e exportadores de armas do mundo?


Ingenuidade tem limite, a partir do qual é burrice! A prevista oposição dos EUA permite aos demais votarem tranqüilos contra seus próprios interesses econômicos pois sabem que a culpa recairá, como sempre nos malvados EUA fazedores de guerra. Mas os EUA não são inocentes! O que impede seu governo de votar a favor e fingir-se de bonzinho é algo que tem mais de 200 anos: a Segunda Emenda à Constituição – e é dificílimo emendar a Constituição – e o poderoso lobby da NRA, National Rifle Association.

A campanha anti-fumo começou pelos EUA, povo extremamente preocupado com a saúde; a do desarmamento pelo Brasil, possivelmente por ser considerado um povo atrasado, governado por paus mandados da ONU e fácil de convencer. Mas não contavam com o fato de que há vida inteligente por aqui capaz de organizar uma eficiente campanha para se descolar da pecha de defensores das armas em si, e se mostrar defensores do direito do cidadão à sua defesa e de sua família. A organização Pela Legítima Defesa, a APADDI-ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE DEFESA DOS DIREITOS E DAS LIBERDADES INDIVIDUAIS, e a ONG Viva Brasil conseguiram reverter uma derrota certa em acachapante vitória.


A MISTIFICAÇÃO HIPNÓTICA [ matéria veicula no mídia sem máscara]
Criada dos escombros de uma das mais sangrentas guerras da história humana por uma população exausta ansiando por paz após seis anos de matanças, a ONU teve as condições propícias para já nascer hipnótica: as pessoas queriam se convencer de que a paz eterna é possível se criado um mecanismo internacional de diálogo entre as nações.

Aí fica fácil iludir todo mundo, pois esta é a única condição sine qua non para o hipnotismo: o paciente desejá-lo.

Mesmo seu inspirador não tendo as qualificações adequadas para defensor da paz: Josef Stalin, o segundo maior carniceiro da história só perdendo para seu dileto discípulo Mao Zedong.

A organização já nasceu fruto da mentira pois um dos países fundadores, a URSS, jamais pretendeu respeitar a Declaração dos Direitos do Homem que cinicamente aprovava.


Com o nascimento da ONU nascia simultaneamente a assimetria entre o tratamento dado às Nações: enquanto as democracias passaram a ser cobradas permanentemente pelo respeito aos direitos humanos, as ditaduras comunistas defendiam para si o hipócrita ‘princípio da autodeterminação dos povos e da não interferência em assuntos internos’. Hoje o Islã faz exatamente a mesma coisa!

É impressionante como pessoas que se dizem céticas, não acreditam, p.ex., em pesquisas eleitorais que em algum tempo se encontrarão com a realidade dos votos e serão desmascaradas se erradas, ao mesmo tempo têm uma fé cega nas estatísticas da ONU e tudo que vem de lá.

=> Quem checa as estatísticas da ONU?

=> Quem pode refutá-las e desmascará-las?

Isto é impossível – seria necessário uma organização de igual tamanho.

Acredita-se na autenticidade delas por quê? Fé? Dados que não podem ser refutados podem ser fraudados no sentido de atingir seus fins de dominação mundial.


Não é sem base que desconfio pois existe um sem-número de falsidades envolvendo esta organização, além das já apontadas. A começar pelo seu objetivo: supostamente, a paz.

Seu belo símbolo – um globo terrestre branco sobre fundo azul celeste – convida à paz e à tranqüilidade. Mas a pomba branca da paz mais ainda e poucos sabem que foi encomendada por Stalin a Picasso, que além de oportunista era comunista – para hipnotizar o Ocidente com suas intenções ‘pacíficas’ e espalhar a crença de que os países comunistas, onde se matava oficialmente por qualquer vintém, eram os ‘povos amantes da paz’ em oposição aos países capitalistas, cruéis fazedores de guerras.


A ONU não quer a paz, é pura lorota! Quer é a guerra; quanto mais guerra mais justifica sua necessidade e mais se apresenta como a única solução. Se acabarem-se as guerras, acaba a ONU! Alguém acredita que interessa aos médicos acabar com todas as doenças e ficar desempregados? Ou que interessa aos advogados fazerem leis simples que todos entendam e possam se defender sozinhos? Claro que não, mas a grande maioria acredita que a ONU quer a paz – e sua conseqüente auto-extinção! Para não ir muito longe leio aqui mesmo no Mídia Sem Máscara um artigo de Caroline Glick em que ela diz que o Hezbollah e seus aliados ganharam o último round do conflito com Israel. Pode até ser que no plano tático sim, mas no plano estratégico de longo prazo só a ONU saiu ganhando com o aumento dos efetivos da UNIFIL para supervisionar o re-armamento do Hezbollah, novos foguetes sobre Israel, nova reação ‘desproporcional’, novo cessar-fogo, nova Resolução e mais capacetes azuis! Perdem Israel, Hezbollah, Líbano, Síria e Irã.


Para os donos do mundo que usam a ONU como instrumento não interessa a mínima ganhos táticos nem se importam com número de mortos, feridos, crianças, velhos; só interessa a estratégia de longo prazo de domínio mundial.

Perde principalmente os EUA, a única potência que poderia enfrentar a ONU simplesmente se retirando, parando de subsidiá-la e a expulsando das margens do East River! Quando Bush atacou o Iraque contrariando as decisões do Conselho de Segurança, deu o primeiro passo do que acreditei seria a desmoralização total da ONU. Mas não prosseguiu, apesar de ter nomeado John Bolton como Embaixador, que é um dos poucos que sabe realmente o que é a ONU. É a última esperança.


(*) Heitor De Paola.O autor é escritor e comentarista político, membro da International Psychoanalytical Association e ex-Clinical Consultant, Boyer House Foundation, Berkeley, Califórnia, Membro do Board of Directors da Drug Watch International, e Diretor Cultural do Farol da Democracia Representativa (www.faroldademocracia.org) . Possui trabalhos nas áreas de psicanálise e comentários políticos publicados no Brasil e exterior. E é ex-militante da organização comunista clandestina, Ação Popular (AP).
Referência:
www.midiasemmascara.com.br
http://www.midiasemmascara.org


Resumo: Os livros sagrados que controlam a ONU passaram por duas reformas. A primeira foi criada por Siyyid Ali Mohammad. Ele anulou o Alcorão e a Bíblia através de um ritual em Meca, consagrou o número 9 e a estrela de nove pontas, implantou o babismo (a religião criada por ele) no cristianismo, permitiu o uso de tatuagens e se não bastasse tudo isso, anunciou a vinda de outro profeta maior do que ele.
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Portanto, Lula na Onu,[segundo o que depreendemos das Teorias Conspiratórias apresentadas] é o resultado de um projeto, da NWO. Sua indicação não se dará pelo 'discurso', mas sim, pelo 'comprometimento' com o projeto da N.W.O _ que com certeza ele assumiu com os verdadeiros lideres mundiais.

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Não temos como encontrar a verdade, lendo apenas, matérias jornalisticas superficiais. A verdade se revela ao adentrarmos ao sub-mundo da informação.

domingo, 21 de março de 2010

O Escaravelho Sagrado


As crianças sujas mas tão queridas, mais freqüentemente meninos, cujo fascínio pelas atividades de pequenos seres vivos acaba resultando em joelhos e cotovelos sujos, eram sem dúvida tão numerosos no Egito Antigo como em toda parte do mundo atual. Aquelas crianças egípcias deviam passar muitas horas felizes observando o ‘Scarabeus Sacer’, o bojudo besouro cor de antracito cuja casca brilha sob luz intensa. Deviam ver uma cena comum mesmo hoje em dia nas margens do Nilo: os bezouros quebrando e moldando rapidamente porções de esterco animal e depois revirando-as para cá e para lá e empurrando-as sob seu corpo. Assim acaba sendo feita uma bola, às vezes muito maior do que o próprio corpo do besouro. Uma vez a bola completa, o besouro a separa do monte de esterco e sai rolando, empurrando para trás com seus dois pares de pernas posteriores, enquanto sua cabeça quase se arraste pelo chão.

Todo esse trabalho de empurrar e rolar é feito com pressa frenética, para que o material da bola não seque demais e mantenha a forma esférica; do contrário, essa futura refeição acaba sendo descoberta por um possível ladrão. Se um outro besouro se aproxima nesse momento, o dono da bola de esterco sobe no seu tesouro, agarrando-se a ele com todas as suas seis patas. O outro besouro verifica com seu olfato se está se defrontando com um escaravelho macho ou fêmea. Se os besouro são do mesmo sexo, o intruso é prontamente afastado; se são de sexos opostos, o intruso torna co-proprietário da bola de esterco. Se o dono original é macho, permite que a fêmea o siga, mas se é uma fêmea, passa ao macho a tarefa de agir como força motriz, enquanto ela pode até passear no topo da bola durante uma parte do caminho. Num lugar seguro é cavado um buraco, a fim de que essa provisão possa ser comida abaixo do nível do solo, em relativa privacidade e segurança.

No Egito Antigo, quando um menino corria para os pais a fim de compartilhar excitado sua observação da atividade desse inseto, aprendia que o escaravelho era um símbolo do Sol. Mas por que haveria um inseto de aspecto tão insignificante ser transformando num símbolo tão importante?

SÍMBOLO DO SOL
Os egípcios antigos nos explicariam que, se olharmos atentamente para um escaravelho, veremos o ouro do Sol cintilando dele a despeito de sua cor negra, e perceberemos que sua forma arredondada é parecida com a do disco solar. ‘Kheper’ [“escaravelho” em egípcio antigo] é a forma que o deus Khepera [ou Khepri]assume quando empurra o disco solar acima do horizonte. Além disso, projetando-se da cabeça do escaravelho há uma espécie de placa com uma borda curva serrilhada. Diz-se que os raios que vemos logo antes de o Sol se erguer são essas projeções da cabeça do escaravelho, as quais nos indicam que o dia está prestes a começar. No fim do dia, Khepera rola o Sol novamente por baixo da Terra. Assim, o deus é um aspecto de Ra, o deus-Sol, personificando o jovem Sol do alvorecer.

Os escaravelhos ficavam quietos por certo período todo ano, mas, depois que as águas da enchente do Nilo retrocediam, nosso curioso menino podia ver seus pequenos amigos insetos aparecerem em grande número, saindo das margens lamacentas do Nilo. “Eles tinham ido embora”, dizia ele a seus pais, “mas, já voltaram!”. Aprendiam então que o deus Khepera, que assume a forma do besouro, é o deus que cria a si mesmo. Assim, o simbolismo do besouro, que surge da terra renovado, é um sinal de imortalidade e renascimento. Aquele menino aprendia que o grande deus Khepera era o deus da criação que, após ter dado forma a si mesmo, criou o mundo e o ser humano.

CRENÇAS MÁGICAS
Em consonância com essa idéia, o erudito egípcio E.A. Wallis Budge traduziu do papiro de Ñesi Khensu:”...o senhor das riquezas, o poder, Khepera, que cria toda a evolução de sua existência, além do qual no começo nenhum outro existia...e que, tendo feito a si mesmo, deu vida a todos os homens”.

As explicações simples adequadas para crianças e para a massa iletrada, bem como as estórias e crenças mágicas que surgiam delas, eram o tipo de informação que tendia a chamar a atenção dos tão inquiridores gregos. Assim, aprendemos de fontes gregas, escritas séculos depois que o Egito perdeu sua independência e se tornou uma província romana, que se acreditava que os escaravelhos eram todos machos. Nos ‘Hieróglifos de Horapollo’ lê-se que o besouro macho enterra uma bola de esterco de vaca durante os vinte e oito dias do ciclo lunar e, no dia exato da conjunção entre o Sol e a Lua, quebra essa bola dentro d’água e aparecem pequenos besouro. Plutarco, que escreveu no mesmo período, diz em ‘Isis e Osíris’:”os egípcios veneravam também o...besouro, porque, observavam...certas vagas semelhanças do poder dos deuses, como imagens do Sol em gotas de água...Essa espécie de besouro não tem fêmeas, mas todos os machos injetam seu esperma numa bolota de material...” Plutarco diz também que os militares egípcios mandavam gravar seus selos ou sinetes em forma de besouro, porque esses insetos eram somente machos.

O CICLO VITAL
Muitos autores modernos, comentando a relação entre o deus e seu símbolo, afirmam que o besouro rola o seu ovo dentro da nutritiva bola de esterco. O verdadeiro começo do ciclo vital do besouro é mais complexo do que isso. O escaravelho fêmea forma uma bola de material nutritivo para seus filhos. Rola esse material redondo para um local escolhido. Aí cava um túnel para dentro da terra e faz uma câmara do tamanho de um punho, onde coloca a bola de esterco. Depois raspa o suficiente para formar em cima de uma pequena câmara, empurrando o material para o alto numa espécie de parapeito circular, fazendo assim com que a bola ganhe a forma de uma pêra, com a abertura superior diminuindo à medida que a parede vai subindo.

O escaravelho fêmea põe então um ovo e o faz aderir à borda interna da parede com uma substancia pegajosa que ela exsuda. A abertura é frouxamente fechada com fragmentos do seu material de construção e talvez alguns grãos de areia a fim de criar um meio de ventilação para a larva que sairá do ovo. O besouro se afasta para repetir o processo para seus outros ovos. Quando a larva aparece, sai comendo a bola para baixo, deixando-a oca. E quando a lagarta se torna suficientemente grande para assumir a forma de pupa, a crosta externa da bola está muito dura. A pupa fica quieta, com as costas para baixo, até que se completa a transformação em besouro adulto. O jovem inseto, vigorosamente ativo, quebra então a crosta endurecida da câmara de nascimento e sai para a superfície.

Para os egípcios, o escaravelho era o ‘Rolador’ e Khepera era chamado de ‘aquele que rola o Sol pelos Céus’. Era também ‘Pai dos deuses’ e criador de todas as coisas do céu e da terra. Portanto, o hieróglifo do escaravelho significa ‘tornar-se’ ou ‘vir a existir’ ou ‘criar’. Representa também o deus Khepera. Para o autor dos ‘Hieróglifos de Horapollo’, as conotações e a simbologia foram aceitas como significado literal do signo. Para ele o hieróglifo do escaravelho significava: ‘unigênito, nascimento, pai, mundo, ou homem’. E dá uma explicação complexa da simbologia envolvida nisso, e embora sua história natural seja mais fantástica do que exata, como era comum entre os gregos e romanos, suas conjeturas descrevem realmente os aspectos cosmológicos das idéias egípcias incorporadas no deus que assume a forma de escaravelho, pois ele é criador de si mesmo e criador [pai] do mundo e do homem [nascimento].

Escaravelhos são o tipo de artesanato mais numeroso que os arqueólogos encontraram nas areias do Egito, numa indicação de que não eram apenas os militares que usavam o escaravelho em seus selos e sinetes. Sem dúvida todos os níveis da sociedade usavam o escaravelho, visto que ele era o principal símbolo de ressurreição, um conceito básico naquela cultura. Eram feitos escaravelhos de madeira, argila, ametista, cornalina, além do material mais comum, esteatita, uma espécie de pedra-sabão. Eles serviam como jóias, amuletos e selos. Hieróglifos eram comumente entalhados nas costas dos escaravelhos, referindo-se a pessoas, lugares ou divindades, ou transmitindo mensagens de bom augúrio ou votos amistosos.

TUTMÉS III
O próprio escaravelho podia fazer parte de uma inscrição contida num cartucho. Por exemplo, no selo do Faraó Pepi I constam as palavras, “o filho do escaravelho que nasce em Helpet sob o cabelo de luasaas, o Setentrional e o filho da sobrancelha de Seb”. E é de se notar o cartucho de Tutmés III, fundador das Escolas de Mistérios Egípcias, antecessoras tradicionais das ‘Fraternidades Místico/Esotéricas’. Os hieróglifos significam ‘men khepera’, o ‘filho do Sol’, e assim as fraternidades perpetuam esse significado e antigo símbolo do renascimento.

O escaravelho era um símbolo muito difundido na antiguidade. Escaravelhos foram encontrados na área da Palestina e eram itens de troca entre os romanos e os etruscos. Foram feitas cópias contendo combinações hieroglíficas sem sentido na base. Essas imitações das peças egípcias eram provavelmente usadas como amuletos.

No Egito, amuletos de escaravelhos eram colocados nos envoltórios de múmias e uma grande pedra em forma de escaravelho era usada para substituir o coração retirado do corpo durante o embalsamamento. Esse besouro era geralmente verde e representava uma outra espécie afim do ‘Scarabeus Sacer’. Nele gravava-se usualmente uma citação do ‘Livro dos Mortos’, advertindo o coração para não revelar aos Juízes dos Mortos nada prejudicial à pessoa falecida. Mas, durante o reinado de Akhenaton, o escaravelho coração levava uma prece simples em nome de Aton, por uma vida longa, graças e alimento. John Ward sugere em ‘O Besouro Sagrado’ que um versículo de Ezequiel, ‘eu retirarei o coração de pedra da carne deles e lhes darei um coração de carne’, refere-se a essa prática de embalsamamento.

Pode-se perceber, portanto, que Khepera e o escaravelho estavam sempre presentes na vida dos egípcios antigos. É significativo que, na filosofia e na cosmologia dos egípcios, a mais abstrata idéia proposta para descrever e explicar em termos simbólicos e religiosos os primórdios do mundo e do homem ganhe clareza e dimensão mediante o ciclo vital de um humilde inseto: ‘o escaravelho’.
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[Texto de Clara Elderkin Campbell]