sábado, 22 de agosto de 2009

A Era dos Fantasmas Virtuais?!


Graças a tecnologia, vivemos os universos das e ".com": ‘conexões mentais’, estabelecidas em padrões de redes de engenharia social, onde os participes, sequer possuem tempo para contemplar os seus próprios pensamentos., ou a atmosfera que os envolve.

=> Eu diria que é o ' mal da tela '... afinal: qual é a ' tela ' que você quer contemplar em sua vida?
= > quantas polegadas, quantos pixels, você deseja ou precisa para estar satisfeito?

Sim, um universo de polegadas e pixels ... que chega a ser 'sinistro' essa condição, e para o tanto, basta você deslocar-se, digamos, para qualquer lugar do mundo e você verá e/ou estará, como a maioria das pessoas, sentadas, isoladas em seus universos psíquicos e conectadas em uma suposta rede, com mentes desconhecidas.


Portanto, eu digo que, estamos vivendo a era dos " fantasmas virtuais ".

Fantasmas virtuais e uma atualidade/realidade condensada e/ou limitada, em polegadas e pixels, resolução, velocidade, provedores, servidores.
=> Esse é o nosso novo mundo?

=> E o que podemos encontrar nele senão, o nosso próprio vazio a potencializar sim, as neuroses pessoais?

Somos seres individualistas por natureza e nosso contato intimo, com o primeiro ser humano da nossa espécie, é rompido muito cedo, quando o cordão umbilical é cortado.

E a partir de então estamos entregues a nós mesmos., e a nossa incrível habilidade de convencer outros a zelarem por nosso ser e a nos darem o melhor que tenham em nome de uma estrutura baseada na premissa do amor ao próximo, quando a bem da verdade, o amor é a nós mesmos.

Pois, não questionamos em nossa existência, qual o real esforço realizado por outrem para nos manter incólumes, mas sim, o quanto somos importantes para o outro, dedicar-se então, para essa condição imposta de modo inconsciente no pensamento coletivo da humanidade.

E assim, somos desde aquele momento, sobreviventes, artífices e solitários, alimentando-nos uns dos outros.

Agora, nos diga como podemos então, considerar que dentro desse universo individualista e egoico no qual estamos mergulhados em uma rede de engenharia social, poderá algo nos ser real em algum sentido, senão, na satisfação de nós mesmos?


Somos criações mentais, uns dos outros?

Ou, somos o resultado de nossa própria ilusão, fundida com os interesses daqueles, que na verdade, são os nossos próprios ' interesses ' travestidos , para justificarmos assim, aquilo que, ditamos como " convivência " ?

O certo é que, tais fragmentos retro apresentados, resultam do meu distanciamento da tela, e a oportunidade de então, e daí sim, poder mergulhar integralmente tanto no pensamento, como na atmosfera que o mesmo envolve e quanto ao qual está envolvido.


É fato que já viajei por diversos niveis e formas de comunicação, buscando inclusive na virtualidade, a oportunidade de vir a promover a alteração do modo de pensar da maioria da especie humana.

Porém, somos obrigados a admitir que, em que pese, a atual evolução tecnologica, a mente humana, continua mergulhada em " trevas de ignorancia " presa em um " ego latente " e incapaz de promover 3 ações basicas e simples, a saber:

> troca de arquivos psiquicos;
> aprendizado coletivo;
> expansão da consciencia ( propriamente dita)

Empenhamos pois nossos esforços no dito universo virtual, para o fim de " identificarmos " eventuais digamos " propagadores " dos objetivos, quais, visam acima de tudo a libertação do ego.

Porém, nossos esforços restaram fracassados, pois a realidade é que, mesmo em um universo virtual, a criatura dita humana, não sabe ou não deseja, despojar-se de si mesma, para encontrar-se no outro.

Ao contrário, a criatura humana, ou assim dita, mesmo na virtualidade, utiliza-se de todas as ferramentas ou meios, colocados ao seu dispor para submeter outrem aos seus proprios interesses.

E nós, conscientes da condição impositiva, estabelecida na rede de engenharia social, apesar de termos nos servido da dialetica para buscarmos e efetivamente obtermos eventual mudança comportamental, nos tornamos apenas, mais um referencial psiquico para multiplas mentes, quais, em condição comoda e egoista, se colocaram, esperando então, que viessemos a cada dia, mais e mais, dispendermos nossa energia psiquica em prol daqueles.

UM dos nossos aprendizados ultimos, assim nos foi apresentado: não seja nunca, insubstituivel .


Portanto, nos colocamos sempre em condição de mutabilidade constante, e admitimos que, o referido ensinamento, nos veio em momento oportuno, afim de que pudessemos então dar o proximo passo, que é o qual, ora materializamos, natural e harmoniosamente, através desse contato que, consideramos " mistico " no sentido de que, nossos pensamentos, palavras e atos [ forma aqui registrados ] estão a promover a " transmutação necessária " no sistema.

Pois, em analisando-se ainda a questão da " virtualidade ", não podemos deixar de admitir que tanto um universo, como o outro, " virtuais " o são, sendo certo que, apenas as ferramentas de conexão, tornam-se distintas ocasionalmente.

Mas, como estamos explorando e analisando no presente topico, digamos assim, de nada adianta, facultar para a criatura humana, mecanismos tecnologicos de integração coletiva, quando o nivel de discernimento dos usuários, não é superior ao periodo medieval, o que nos torna conscientes, do drama que nossa espécie ainda tem pela frente.

Vez que, o apego da raça humana ao ego, e a forma de pensamento, dualista, em um universo tridimensional, vem mantendo a ' massa ' nas trevas e, em sintonia dissociada com o que poderiamos considerar ' evolução' para a nossa espécie, qual, deveria estar ' migrando ' para niveis mais elevados do universo psiquico.

É, não nos arrogamos ao saber ilimitado, mas, somos conscientes de que podemos, e estamos, a serviço daquele.


Pois caso contrário, precisaremos estender nosso ' olhar ' para o tal do passado e considerar que, tudo que o ' cósmico ' nos apresentou até então, não passou pois de ' engodo ' e tal aspecto, de plano consideramos, inaceitável.

E ao contrário do pessimismo que poderiamos alimentar em nosso ser, optamos pois a continuar o projeto e o trabalho inicializado, não por nós, mas pelos verdadeiros sábios da antiguidade, e através de novas ferramentas, promovermos, a materialização do pensamento daqueles, agregados pois ao nosso.

Assim, daremos pois, continuidade ao processo da rEvolução Humana, podendo pois agora, realmente como " observadores " porém, tentando não interferir diretamente no objeto observado, vermos qual será a trajetória eleita por aqueles que hoje encontram-se em fase ' inconsciente ' dentro do sistema.

Afinal, assim foi em tempos remotos, onde nossos antepassados, misticos, recolhidos em seu silencio interior, contribuiram eficazmente para as "transmutações".

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