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Nossas Forças Mentais

Pensamentos de Prentice Mulford Prentice Mulford, não escreveu para aqueles desventurados que procuram iludir as suas horas de lazer com a leitura de livros superficiais que lhes acariciam suavemente a fantasia e despertam os instintos animais, nem tampouco escreveu para os que se comprazem em considerar os problemas da vida, abstraindo-os da própria vida, e ligam importância máxima ao processo lógico do intelecto. Assim, imagino eu, os espiritistas dirão unanimemente que Mulford é um do seus, e os teosofistas acharão nele, em germe, todas as suas doutrinas mais ou menos fantásticas, e os ocultistas e sectários do Novo Pensamento, outros e outros mais, hão de ver, em Prentice Mulford, apenas o representante de uma idéia, e procurarão restringir-lhe a obra nos limites de uma teoria ou de um dogma mais ou menos cientifico que os amigos do misticismo, que hoje florescem em tão grande numero como brotam nos bosques os cogumelos, proclamarão Mulford um grande místico e, desfolhando do conju...

Vida e morte na visão judaica

Presenciar a morte de uma pessoa é sempre uma experiência difícil, chocante. O homem que aprende a lidar com a vida também se vê diante da inexorabilidade da morte. No entanto, forçoso é admitir que, para qualquer ser humano, se trata de um desafio pisar no limiar que separa esses dois momentos. Cada religião conduz essa questão a seu modo, de acordo com sua crença e suas tradições. No judaísmo, não é diferente. Amy Eilberg, a primeira rabina a ordenar-se no Seminário Teológico de Nova York, destaca três diferentes posturas judaicas em relação à morte. A primeira vê a morte como uma inimiga, a segunda como uma etapa natural da vida e a última como uma “professora”. Pela primeira visão, a morte é uma inimiga que precisa ser derrotada a qualquer custo. Ela significa sempre uma derrota, independentemente das circunstâncias em que ocorra. A segunda postura do judaísmo considera a morte uma etapa natural da vida. Assim nos ensina uma passagem da sabedoria rabínica: “Quando um navio deixa o ...

O Ocaso da Vida

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Todos nós vivemos três vidas numa só, tenhamos ou não plena consciência delas. A primeira é a física, ou melhor, a vida fisiológica. Tem inicio com o advento de nossa existência física. Deixando de lado o amor ou afeição paterna cega, percebemos que ao nascimento o corpo do recém-nascido não é muito marcante nem inspira louvor. É pouco mais que uma massa animada. É incapaz, incoerente e, em sua aparência, não revela nenhuma realização que possa conseguir oportunamente. Suas potencialidades estão mais dentro de esperança que de evidencia. Podemos comparar a criancinha à plantinha que brota no solo. O broto não dá quase nenhuma indicação de uma videira firme e tenaz, de uma planta perfumosa ou de uma árvore imponente. No esquema da natureza e segundo o seu ritmo especifico, esse ciclo fisiológico da vida é completado quando a criança emerge de seu estado amorfo para a forma humana amadurecida. Ao atingir essa condição, ao adquirir plena posse de todas as suas faculdades e quando todos os...

O Elo entre Ufologia e Espiritualidade

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O conhecimento da ação alienígena na Terra está intimamente ligado à espiritualidade do homem. Desde sempre o homem observa maravilhado as estrelas longínquas a brilhar nas noites escuras, geração após geração, refletindo sobre o que são, que segredos guardam ou simplesmente porque causam tanta fascinação ou saudade. Essa busca de compreensão, apesar de passar pela mente racional, toda fundo o coração e ascende as mas profundas paixões que passam pela astronomia, astrologia, ufologia e mesmo o misticismo. Talvez a primeira manifestação artística de nossos ancestrais tenham sido as pinturas rupestres, que há 100 mil anos decoravam cavernas, grutas e pedras com os mais variados motivos. Nelas há desde animais, forças da natureza, deuses e até hominídeos, seres estranhos e objetos discóides. Diferente da lógica, da razão e do cartesianismo, a arte é a grande expressão do espírito, na sua tentativa de exteriorizar, visualizar ou unir-nos a Deus. Uma das mais polêmicas dessas pinturas rupes...