25 de out. de 2009

TERRA OCA [Existem portais que levam ao interior da Terra?]


Buscadores garantem que existem passagens secretas para o interior da Terra, que seria habitado por seres mais avançados. Mas o que há de verdade sobre tais rumores e onde estariam as entradas?

Enquanto a humanidade aponta seu olhar para as estrelas e a ciência avança em direção aos mistérios do universo infinito, buscando, sobretudo, sinais de vida inteligente lá fora, alguns pesquisadores tem feito exatamente o caminho contrário: navegam com teorias mirabolantes pelas entranhas do planeta em busca de civilizações intraterrenas. O que se sabe a respeito do homem é espantosamente pouco comparado com o que se conhece sobre o mundo que nos cerca. Um livro chamado “MIZ TLI TLAN”, de um autor quase desconhecido do grande publico, garante que nós não estamos sozinhos no planeta. Isso mesmo:na própria Terra, estaríamos acompanhados por outras civilizações.

“Existem outros mundo, civilizações intraterrenas e extraterrenas. Muitas histórias há sobre SHAMBALLA, ERKS e o mistério das regiões amazônicas. Dizem que povos habitam áreas do interior da Terra, as quais correspondem a Honduras, Venezuela, Equador, Peru, parte do Brasil e muitas outras”, afirma TRIGUEIRINHO, que se diz um contatado por ETs e escolhido para uma missão importante: conscientizar a humanidade a respeito de seus vizinhos. Os ufólogos ortodoxos torcem o nariz e tem argumentos para não crer nas predições de TRIGUEIRINHO, mas isso não o impede de continuar suas afirmações: “Há na selva amazônica passagens subterrâneas para uma civilização intraterrena, que são guardadas por tribos indígenas como a dos TÍBAROS, no Peru”, garante. Essas passagens conduziriam, segundo o suposto contatado, a outro mundo quase inexplorado, que é a cidade de MIZ TLI TLAN. “Lá vive-se conscientemente em vários planos e passa-se à vontade de um para outro, fato que é difícil para a mente concreta de alguns homens”, arremata.

TRIGUEIRINHO foi duramente criticado por ufólogos de todo o pais, em especial os da revista UFO, em 1995. Nessa ocasião, no auge de sua fama como “escolhido de ETs”, já tinha vários livros publicados em um vasto esquema mercadológico de palestras por todo o Brasil, onde apresentava suas teorias. Seus livros foram objeto de suspeita principalmente por trazerem, em suas capas, fotos de luzes noturnas não identificadas que Trigueirinho descrevia como sendo extraterrestres e pertencentes aos seus “amigos de outros planetas”. As imagens não resistiram a uma mera análise e resultaram em falsificações grosseiras de pontos de luz urbanos, flagrados com lentes especiais e em circunstancias extraordinárias. “As capas de seus livros são bonitas, mas não são UFOs”, declarou o ufólogo paulista e também co-editor de Ufo Marco Antonio Petit.

Sociedades místicas e teosóficas do mundo todo relacionam a origem dos seres intraterrenos a uma civilização antediluviana que poderia ter migrado para o centro da Terra num passado remoto. Muitas ciências ocultas consideram o planeta uma grande esfera oca onde existiriam enormes canais ligando aberturas polares a bolsões em seu interior, além de entradas tanto pó grutas adjacentes a esses bolsões quanto por passagens submersas aos oceanos. Para teósofos brasileiros, os discos voadores tem sua origem justamente no interior da Terra.

Através de cálculos cabalísticos, eles apontam a existência de uma abertura numa área a noroeste da SERRA DA MANTIQUEIRA, próxima à cidade de SÃO LOURENÇO [MG], onde apregoam a existência da cidade sagrada de NOVA CANAÃ, a TERRA PROMETIDA.

De acordo com o historiador Cláudio Tsuyoshi Suenaga, consultor da revista UFO, neste mundo interior habitariam elites de antigas civilizações que teriam povoado a crosta terrestre, descendentes dos antigos povos da ATLÂNTIDA e LEMÚRIA, depositários de conhecimentos ancestrais, que só em tempos mais recentes os homens da superfície começaram a dominar, incluindo a tecnologia dos discos voadores. Suenaga é rara exceção entre os ufólogos, a maioria dos quais simplesmente acredita que a vida intraterrena é um completo absurdo.Mas fala com propriedade de quem estuda o tema há muitos anos. Mestrado em História pela Universidade Estadual Paulista, em Assis [SP], Suenaga é um exemplo de estudioso do tema ufológico. Não somente sua tese de mestrado versou sobre o assunto, quanto escreve artigos muito bem embasados sobre as visitas constantes de extraterrestres à Terra.

De acordo com certos excertos da história, os ETs também teriam adentrado nas galerias do intramundo através de ramificações dos antigos povos pré-colombianos – INCAS, ASTECAS, MAIAS e TOLTECAS – que teriam sobrevivido ao dilúvio. Este mundo insólito é conhecido pelos metamisticos e iniciados como AGARTHA, que significa “GRANDE CONTINENTE CENTRAL”. Já o engenheiro e pesquisador CLAUDEIR COVO, que é co-editor da revista UFO e Presidente do Instituto Nacional de Investigação de Fenômenos Aeroespaciais [INFA], com sede em São Paulo, não acredita na possibilidade de seres vivendo dentro do planeta. “Quando analisamos a Terra em corte, envolvendo uma parte sólida e outra líquida, tanto a temperatura como a pressão não permitiriam a existência de vida igual ou parecida com a nossa”, conjectura. Ele é um defensor de que, de oca, a Terra não tem absolutamente nada. O falecido ufólogo OSNI SCHAWARZ, que comungava de suas idéias, costumava dizer, antes de falecer, que ... “oca é a cabeça de quem pensa que a Terra é oca”.

Covo vai a fundo na matéria, defendendo uma posição unânime entre os ufólogos:”Muito se fala em Terra oca, e até um livro foi escrito a respeito. Esse livro diz que nos pólos Norte e Sul há entradas para o interior da Terra, e que no centro existiriam muitos seres vivendo. Cientificamente falando, isso tudo não passa de uma grande especulação”, garante o pesquisador. Ele compara a superfície da Terra com uma grande queijo suíço, cheio de cavernas e entradas para o subsolo, que poderiam estar sendo usadas como esconderijo para seres extraterrestres que tenham interesse ou missões em andamento m nosso planeta. Por terem suas bases nessas localidades, seriam confundidos por leigos com seres intraterrestres.

Julgando que a Ufologia moderna já considera provável a existência até de objetos submarinos não identificados [OSNIs], tripulados por alienígenas habitando estações subaquáticas nos cinco oceanos do planeta, a teoria de Covo pode ter razão. O jornalista especializado em divulgação da ciência pela Universidade de São Paulo [USP], Ulisses Capozoli, em seu artigo “Órfãos Cósmicos”, compilado no livro “VISÕES DO NOVO MILENIO” [Editora Mercuryo,.1990],escreveu que a maior parte das pessoas acredita que o núcleo das coisas pode ser atingido pelo pensamento racional. Essa crença, segundo Capozoli, é baseada na tradição aristotélica e gera a sua imagem particular do mundo ao dar materialidade a uma série de conceitos, atitudes e valores.

CIDADES SECRETAS ABAIXO DO SOLO.
A sociedade de EUBIOSE, que tem sede em São Lourenço [MG], propaga a existência de outras passagens para o intramundo além do portal da Serra da Mantiqueira. Segundo seus seguidores, hoje aos milhares, haveriam entradas para cidades internas pelo subsolo abaixo da Pirâmide de Queóps, no Egito, logo abaixo do Monte Shasta, nas Montanhas Rochosas [EUA], em entradas secretas em Lhasa, capital do Tibet, e em inúmeras cavernas na Cordilheira dos Andes. O Brasil em particular, seria um dos territórios mais bem servidos por entradas para o mundo subterrâneo. Haveriam passagens próximas a cidade de Joinvile [SC],entradas escondidas na floresta amazônica e na Serra do Roncador [MT]. O ultimo local, em especial, tem atraído esotéricos de todo o mundo em busca de contato com seres que viveriam em cavernas, conforme crêem os estudantes de EUBIOSE.

Na serra do Roncador conta-se que as passagens requerem preparo e sintonia vibracional para serem localizadas, além de serem bem guardadas pelos ÍNDIOS XAVANTES, que até hoje habitam o local, e pelo lendários INDIOS MORCEGOS, sobre os quais não temos muitas provas. Contam os historiadores, em especial o Coronel Inglês FAWCETT, que encontrou na região estranhos índios que habitavam cavernas e delas só saíam pela noite.

Motivo: Tinham peles e olhos claros, semelhando-se a europeus, e não podiam suportar a luz solar. Nos registros mais recentes e confiáveis, no entanto, apenas meras alusões são feitas aos INDIOS MORCEGOS, sem qualquer comprovação efetiva de sua existência naquele ou noutro local. De qualquer forma, FAWCETT, foi sem duvida, o desbravador mais famoso que aventurou-se pela região atrás dos povos intraterrestres.

Ex-soldado do exercito britânico, o coronel FAWCETT ‘sumiu do mapa’. Alguns dizem que morreu, provavelmente devorado por índios pouco hospitaleiros – seriam os morcegos? Em 1951, o sertanista ORLANDO VILLAS-BOAS alegou ter encontrado as ossadas do coronel, mas até hoje nada foi comprovado. Na pista do desaparecido seguiu um jornalista goiano, HERMES LEAL, que publicou em 1996 a obra “CORONEL FAWCETT – A VERDADEIRA HISTORIA DO INDIANA JONES”. O escritor, que trabalhou na extinta Rede Manchete, no Rio de Janeiro, levou quatro anos pesquisando a vida do desbravador inglês, que veio para a América Latina a procura de toda sorte de aventuras e perigos e acabou sucumbindo. Se descobriu as tais entradas para o interior da Terra, alegadamente instaladas na Serra do Roncador, não ficou vivo tempo suficiente para dizer.
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[Texto de Willy Silva, jornalista e produtor de tevê e conselheiro editorial da revista UFO]

24 de out. de 2009

ALIENS NAS SAGRADAS ESCRITURAS

[Uma interpretação realista das histórias que envolvem a Arca de Noé e a Arca da Aliança]

Se prestarmos atenção, a chamada civilização cristã, pelo menos aqui no Ocidente, possui dois deuses. Um deles, tal como se manifesta nas Sagradas Escrituras, notadamente no Antigo Testamento, tem todo realismo, solidez existencial e factual.

O outro, numa tremenda deturpação do conteúdo dos Evangelhos, manifesta-se de maneira abstrata, alienada, irreal e formando um conceito supostamente teológico de Santíssima Trindade:um só Deus em três pessoas distintas – Pai, Filho e Espírito Santo. Essa é uma conceituação absurda, forjada pelos próprios teólogos, em que se pretende que três pessoas distintas constituam um só deus, algo que está em total contradição com os ensinamentos de Jesus, bem claros a esse respeito.

Tomando essas reflexões como ponto de partida, e, conseqüentemente, enxergando Deus de outra maneira, tentaremos rigorosamente nos basear naquilo que Ele mesmo nos revela sobre si no “Antigo Testamento” – e no que Jesus nos apresenta em seus ensinamentos, além das inscrições de autores inspirados que compõem o “Novo Testamento”. Com essa sólida base, podemos perceber de maneira bem clara certos pontos das escrituras judaico-cristãs. Tais trechos não só podem como devem ser interpretados à luz de um novo conhecimento, e esse nos leva a CIVILIZAÇÕES EXTRATERRESTRES, MANIFESTAÇÕES UFOLÓGICAS E SERES ALIENIGENAS. Isso, sem duvida, vai constituir os fundamentos reais e autênticos não só de nossos conceitos religiosos como de nossas línguas e, em ultima análise, de nossa civilização.

Começando pelo “Antigo Testamento”, voltemos nossa atenção para um significativo acontecimento, o grande desastre ecológico conhecido como DILÚVIO, cuja universalidade ainda hoje é discutida pelos estudiosos. Além do patriarca NOÉ – nome que vem do Hebraico “NÔACH”,que significa flutuação – a figura mais importante do tal desastre é a da famosa arca, que teria sido construída a mando de Deus para o resgate de Noé, sua família e dos animais que por ali existiam.

Avançados estudos conduzidos pelo grande pesquisador e hermeneuta bíblico ZECHARIA SITCHIN, bem como por BRAD STEIGER e HADVEN HEWES, todos também notáveis UFÓLOGOS, levam à conclusão de que a arca teria sido, na verdade, uma nave submersível dotada do que as civilizações extraterrestres possuíam de mais adiantado e sofisticado do gênero, a fim de suportar as catastróficas intempéries dos supostos 40 dias e 40 noites.

Tabulas Sumerianas
Sobre essa afirmação há indícios fortíssimos em textos apócrifos, especialmente encontrados no ‘Gênesis’ e nos manuscritos de “Qumran”, assim como em referencias de textos sumérios, notadamente na epopéia de “Gilgamesh”, em particular na pessoa de “UTNAPICHTIM” - que seria Noé na versão judaica do acontecimento narrada nos capítulos 6,7 e 8 do referido “Gênesis”. Além das tabulas sumerianas, o pesquisado italiano FREDERICO ARBORIO MELLA menciona uma versão ‘hitita’ do hstórico dilúvio, também antiqüíssima, como também é a famosa “Edda Nórdica”, citada pelo pensador alemão GERD VON HASSLER em sua obra “OS SOBREVIVENTES DO DILÚVIO”, ainda sem versão disponível em português.

No presente trabalho queremos mostrar, dentro de uma linha ufológica de pensamento e interpretação, a diferença que há no texto original da “Bíblia” hebraica entre as palavras usadas para designara ARCA DE NOÉ e a ARCA DA ALIANÇA. Para isso nos amparamos mos capítulos acima citados do livro de Gênesis e no capitulo 25 do “Exodus”, a partir do 10º Versículo.

Apesar de nos textos originais estas serem palavras completamente diferentes, quando o famoso São Jerônimo traduziu tudo para o latim – “VULGATA LATINA” – ele empregou, para ambos os casos, a palavra latina ‘arca’, que assim foi traduzida literalmente para o português.

No caso da Arca de Noé, o vocábulo original hebraico usado para a referida embarcação é “HATEBÁ”, que significa uma nave submersível ou um submarino, jamais uma simples embarcação flutuante, como se pensava até o presente momento. Tal vocábulo é ainda hoje empregado no hebraico falado em Israel. Isso faz lembrar um caso análogo de nave extraterrestre apresentada simplesmente como o nome de “GRANDE PEIXE” – tradução de “dag gadol”, no original hebraico -, aquele provável submarino que recolheu o profeta Jonas, quando este foi atirado ao mar. Tal fato está narrado no Livro de ‘Jonas’, logo no início do capitulo 2.

Instrumento de Comunicação
Já em relação à Arca da Aliança, sua primeira citação no capítulo 25 de ‘Exodus”, quando o próprio Deus teria determinado a Moisés sua confecção, dando os detalhes necessários para isso. No entanto, a oalavra hebraica do texto original massorético é “ARON”, que significa uma cesta, caixa ou mesmo um engenho. Como se vê, a interpretação dada a essa palavra é completamente diferente da empregada no caso da Arca de Noé, como também tem um significado totalmente distinto.

Segundo a história bíblica, a Arca da Aliança seria uma caixa dotada de singulares características determinadas pela própria divindade. Certamente se tratava de um engenho eletrônico ou algo equivalente, tecnologicamente bem acima de nossos atuais artefatos congêneres. Levando-se ainda em consideração as ”Sagradas Escrituras”, tal caixa seria um instrumento altamente preciso de comunicação entre o plano dos ‘ELOHIM’ – mais particularmente de ‘IAHWEH ELOHIM‘, nosso DEMIURGO DE DEUS – e os seres humanos. Para alguns autores, os humanos objetos dessa comunicação seriam especificamente os membros do chamado povo eleito, isto é, os israelitas liderados por Moisés.

As singulares características da Arca da Aliança ainda insinuariam fortemente ser ela dotada de capacidades energéticas e radioativas, que colocariam num plano bem mais concreto e real que aquele puramente sobrenatural, como nos induzem as interpretações do dogmatismo teológico. Por exemplo, tal objeto teria provocado a imediata morte de OZA, narrada no capítulo 6 do segundo Livro de SAMUEL.

Baseado no próprio relato bíblico, a ARCA da ALIANÇA, sob o comando de DAVI, vinha sendo transportada para Jerusalém em um carro de boi especialmente preparado para a tarefa. Em dado momento, a mesma pendeu para a esquerda e ameaçou cair. OZA, que seguia à esquerda do carro,estendeu a mão e segurou. Neste ato teve morte imediata, como que fulminado por algo que a caixa continha ou irradiava. Provavelmente ele não estava preparado para ter contato com tal instrumento e suas emanações letais.

Outro episódio análogo ligado à mesma ARCA DA ALIANÇA – narrado também em SAMUEL, mas desta vez no capítulo 5 de seu primeiro livro –, é o aparecimento de tumores anais e um certo tipo de dolorosas hemorróidas que acometeram a população filistéia, mais precisamente da cidade de ‘Azot’ e redondezas, onde se concentrava. Tudo indica que teriam sido causadas por fortes irradiações que, pela falta de algum tipo especifico de preparação, afetaram aquelas partes do corpo dos filisteus dentro de um determinado raio de alcance local.

EXPLICAÇÃO RACIONAL
Temos nas ‘Sagradas Escrituras Jucaíco-Cristãs’, tanto nos livros que compõem o Antigo Testamento como nos do Novo Testamento, várias e interessantes narrativas que demandam uma explicação mais racional e técnica, que atendem melhor ao raciocínio do homem moderno do que as interpretações teológicas. Tais casos estão descritos em vários livros, notadamente nos escritos que compõem nosso lastro hebraico-cristão. Eles exporiam melhor à humanidade fatos relativos à existência de civilizações extremamente desenvolvidas que, sem a menor sombra de duvidas, vem nos visitando desde tempo imemoriais.

Particularmente no caso da ARCA DA ALIANÇA, ainda usando os textos originais, constamos que ambos os casos – das hemorróidas e do fulminante óbito de Oza – foram justificados como sendo causados pelo repentino acendimento da ira de “IAHWEH”, uma explicação simplista. Tal dedução parece ser um recurso da época, quando tudo tinha que ser explicado sob um ângulo pura e exclusivamente religioso, sobrenatural, sob a égide de uma intervenção divina. Como esses casos, vários outros episódios bíblicos precisam ser desmitificados – ou ‘ DESMITOLOGIZADOS’ -, o que pode ser atingido como um esforço construtivo acompanhado de recursos psicológicos, filosóficos e culturais, mesmo sob a luz de novas concepções teológicas.

Precisamos desenvolver esforços no sentido de desmistificar quadros já bem batidos, pisados e repisados por instituições eclesiásticas, notadamente as mais dogmáticas, que se julgam depositárias exclusivas das revelações feitas pela divindade e, conseqüentemente, as únicas credenciadas a fornecer interpretações “INFALÍVEIS” para os fatos bíblicos. Em nome do esclarecimento e do progresso cientifico e religioso, urge retomarmos o ponto de vista dos antigos padres gregos e latinos, como o grande ”Orígenes de Alexandria” e outros do período patrístico, que adotavam os lemas “FIDES QUAERENS INTELLECTU” = “A FÉ PROCURANDO A INTELIGENCIA”, e “FIDES QUARENS RATIONEM” = ”A FÉ EM BUSCA DA RAZÃO”. Estes devem ser também nossos lemas e o nosso grande esforço.
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[Texto de DOM FERNANDO ANTONIO PUGLIESI, estudou filosofia e teologia na Pontífice Universidade Gregoriana Romana, é bispo da Igreja Católica Apostólica Brasileira em Maceió [AL] e consultor da Revista UFO].